Não lhe falaram na biodiversidade? (presumo que o termo se refira às alimárias doutoradas pelos sistema de Bolonha, que alapadas num poleiro, no qual mamam a teta do contribuinte, nada têm que dar em troca); no combate às "alterações" climáticas (à tarde estava quente, agora à noite está um vento fresco); da igualdade do género; da paridade de quem não pare, ...
os parques infantis agora têm que ser de plástico, espuma, borracha, a defesa do planeta 'oblige'!
Se as câmaras proxenetas, por toda a europa (se grafar com maiúscula, a bota não casa com a perdigota), rebaixam os passeios, para que os carros não tropecem no passeio, íamos agora permitir que os fedelhos sujassem as mãos?
Ah! e se amanhã Gate$$$ e $oro$$$ decidirem que, já é hora de haver outra palermia imposta pela OMS deles, lá têm que ser encarceradas novamente.
Sujar as mãos melhora a sua saúde em poucas semanas.
"...
Mãos sujas são a norma para as crianças da creche Aurinkolinna, no centro da Finlândia. Elas passam pelo menos algumas horas por dia brincando ao ar livre em um parque infantil arborizado, correndo entre arbustos e árvores, subindo em cordas, fazendo castelos de areia, chapinhando em poças d'água e pegando punhados de terra e lascas de madeira.
Ao final de cada dia, eles estão cobertos de lama da cabeça aos pés. Os cientistas agora estão estudando como isso pode ser benéfico para a saúde deles. Analisando os micróbios presentes na pele, saliva e fezes das crianças, juntamente com amostras de sangue e cabelo, os pesquisadores estão aprendendo o que acontece com o sistema imunológico delas ao longo de um período de três anos, quando a natureza é trazida para os quintais onde brincam diariamente.
Aurinkolinna é uma das 43 creches na Finlândia que participam do projeto de pesquisa Vahvistu , que se baseia em um estudo recente de dois anos liderado pela cientista ambiental Marja Roslund.
Em 2016-17, ela levou o solo da floresta para o pátio de uma creche – com turfa e canteiros – e mediu o impacto na pele, saliva e microbiota intestinal de crianças pequenas após elas brincarem lá regularmente por 28 dias, e novamente após um ano. Comparadas às crianças que brincaram em um pátio pavimentado, as que brincaram no solo da floresta apresentaram maior diversidade microbiana na pele um ano depois.
Essa diversidade é importante para a saúde da nossa pele. Aumentar a diversidade de bactérias na pele pode impedir que bactérias causadoras de doenças se tornem dominantes, mantendo a comunidade microbiana em equilíbrio, diz Roslund. "A doença é como um ditador, e a pele saudável é como uma democracia."
A pesquisa de Roslund descobriu menos patógenos potenciais na pele das crianças que brincavam no chão da floresta, provavelmente porque a quantidade e a diversidade de outros micróbios eliminam essas bactérias "ruins". "Como há muita coisa além disso, não há muito espaço para os patógenos", diz ela.
..."
Tem mais para ler no link.
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