09/05/2026

Ne nuntium necare

expressão latina que se traduz por: "não mates o mensageiro".

Vários terão sido os governantes que o fizeram na Antiguidade, um deles, Dario III, Xá da Pérsia, mandou matar o mensageiro ao receber a notícia de que, as suas tropas tinham sido derrotadas por Alexandre III da Macedónia, Alexandre, o Grande.

Depois de lerem não matem o mensageiro.  

É certo que, ao votarem, preferem os cantos das sereias nas campanhas televisivas. Os que avisam sobre os perigos, os que denunciam, os que obrigam a pensar , são desmancha-prazeres. 😀

https://www.paginaum.pt/2026/05/05/a-tributacao-da-riqueza-segundo-a-uniao-das-republicas-socialistas-europeias-urse 

 A tributação da riqueza segundo a União das Repúblicas Socialistas Europeias (URSE)

Luís Gomes

Bruxelas publicou dois relatórios sobre tributação da riqueza. São volumosos, eruditos, cheios de gráficos e citações académicas. Custaram dinheiro dos “contribuintes” – a classe que paga efectivamente impostos – a produzir. Têm uma tese central que se resume a uma frase: a riqueza está cada vez mais concentrada nos mais ricos, pelo que é necessário taxá-la mais!

Há apenas um problema. Os relatórios não explicam como é que essa concentração aconteceu. Ou melhor: explicam tudo excepto isso.

O relatório começa por chorar. Com dados. “Entre 1995 e 2023, a riqueza privada na União Europeia tornou-se progressivamente mais concentrada nos grupos mais ricos. Em 2023, os 10% mais ricos da população detinham 60% da riqueza das famílias, registando um aumento de 3 pontos percentuais desde 1995.

A seguir, os autores constroem um argumento que termina sempre a dizer-nos que é preciso confiscar mais: se há desigualdade, é preciso redistribuir. Se é preciso redistribuir, é preciso tributar. Se é preciso tributar, é preciso um relatório a recomendar como. Eis o relatório.

O que não encontrará nestas centenas de páginas, por mais que procure, é uma análise honesta da origem do problema. O relatório está estruturalmente impedido de a fazer. Seria como pedir ao incendiário que investigue o incêndio.

Close-up view of an open book with pages fanned out against a soft blurred background.
Foto: Caio

Porque a verdade – documentada, mensurável, irrefutável nos dados de mercado – é que a explosão de desigualdade de riqueza das últimas duas décadas tem um nome e uma morada. Chama-se Quantitative Easing – nada mais que uma expressão pomposa para impressão massiva de dinheiro – e mora em Frankfurt, na sede do Banco Central Europeu.

Em 2008, o mundo financeiro entrou em colapso. Os bancos centrais responderam com a única “ferramenta” que tinham: a criação massiva de dinheiro. A Reserva Federal norte-americana, o Banco Central dos EUA, expandiu o seu balanço de 900 mil milhões para 9 biliões de dólares norte-americanos. O BCE fez o equivalente europeu, com a mesma lógica e o mesmo efeito.

Este mecanismo tem um nome técnico que os economistas do século XVIII já conheciam. Chama-se efeito Cantillon, em homenagem a Richard Cantillon, que o descreveu com uma clareza que nenhum Banco Central conseguiu desde então refutar: quando se cria moeda nova, não entra na economia de forma uniforme. Entra por pontos específicos – os mais próximos da fonte – e apenas depois se difunde, já desvalorizada, para os restantes – para os desgraçados que estas luminárias pretendem “proteger”.

A sequência é simples. O Banco Central cria moeda. Essa moeda vai para os bancos. Os bancos compram activos financeiros: acções, obrigações, imóveis, arte. Os preços desses activos sobem. Quem os detém fica mais rico, instantaneamente, sem produzir nada, sem trabalhar, sem inovar. Quem não os detém – a vasta maioria das pessoas – vê o custo de vida subir e o acesso à habitação tornar-se impossível.

Os números estão nos mercados. Desde os mínimos de Março de 2009 – o fundo da crise que justificou a impressora – até 2025, o índice Nasdaq 100 valorizou mais de 2.000%. O S&P 500 ganhou mais de 700%. O Russell 2000, o índice das pequenas empresas norte-americanas, as que dependem menos do mercado de capitais e mais do crédito bancário local, subiu “apenas” 560%. A hierarquia é reveladora: quanto mais próximo da torneira do dinheiro novo, mais se ganhou.

Evolução dos índices bolsistas Nasdaq 100, S&P 500 e Russell 2000 desde os mínimos de Março de 2009 até 2025, indexados a 100, com retornos anualizados; Valorização dos principais índices accionistas norte-americanos desde os mínimos da crise financeira de 2008–2009 (base 100 = Março 2009, valorização de preço sem dividendos). CAGR calculado sobre 16 anos. Fonte: Bloomberg; Análise do autor.

Para se compreender o efeito Cantillon no seu estado mais puro, não precisamos de ir ao Nasdaq. Temos os dados dos nossos próprios mercados de dívida soberana, e são esclarecedores ao ponto do escândalo.

O Thomson Reuters Total Return Index das Obrigações do Tesouro Português a 10 anos – que inclui os cupões reinvestidos – valia cerca de 400 pontos em Janeiro de 2010. Com a crise da dívida soberana, quando os mercados perceberam que Portugal não pagaria sem ajuda, colapsou para 211 em Janeiro de 2012. Uma perda de quase metade do valor em dois anos para quem detinha dívida portuguesa.

Depois? Em Julho de 2012, Mario Draghi proferiu a frase mais cara da história monetária europeia: “O BCE está pronto a fazer tudo o que for necessário para preservar o euro. Acreditem, será suficiente.” O índice inverteu imediatamente. Com a implementação do programa de compras de activos – o chamado QE europeu, iniciado em Março de 2015 – o índice disparou de 211 para 1.037 em Janeiro de 2021. Um ganho de 391% em nove anos, fabricado inteiramente pela impressora de Frankfurt.

Obrigações do Tesouro a 10 Anos de Portugal e Grécia – Retorno Total acumulado desde o discurso “Whatever it takes” de Draghi (Julho 2012); Thomson Reuters 10Y Government Total Return Index – dados reais. Retornos calculados a partir de 26 de Julho de 2012 (“Whatever it takes”, Draghi). Base 100 = Julho 2012; Eventos do BCE assinalados. Inclui cupões reinvestidos. Fonte: Investing.com – Análise do autor.

A história grega é ainda mais brutal. O mesmo índice para as obrigações gregas colapsou de 196 em Junho de 2009 para 37 em Junho de 2012. Uma perda de 81% em três anos. Os credores privados que tinham dívida grega viram quatro quintos do seu capital evaporar. Mas os fundos especulativos – os que compram no desespero e esperam o resgate – compraram obrigações gregas a 37 cêntimos no euro; depois o BCE salvou-as. O mesmo índice chegou a 424 em 2021. Um ganho superior a 1.000% para quem tinha apostado no resgate.

Quem beneficiou? Os bancos alemães e franceses que tinham os títulos em carteira e esperaram pela intervenção. Os que compraram no colapso. As instituições financeiras que, pela sua proximidade com o sistema, receberam o dinheiro novo antes de todos os outros.

Quem pagou? Os “contribuintes” portugueses e gregos, que financiaram a austeridade – os tais impostos – que acompanhou os resgates. Os aforradores conservadores, cujas contas a prazo renderam zero durante uma década, enquanto os activos de risco disparavam. Os jovens, que viram o imobiliário tornar-se inacessível porque o dinheiro criado do nada foi primeiro para acções e propriedades e só depois, já desvalorizado, chegou aos salários.

Isto é o efeito Cantillon. Não é teoria. Está nos dados. Está nos gráficos. Está nas contas bancárias de quem ganhou e de quem perdeu.

a close up of a person holding their head
Foto: Tom Caillarec

Os dois relatórios da Comissão Europeia analisam com detalhe as consequências desta redistribuição silenciosa. Estudam os países que têm ou tiveram impostos sobre o património – Áustria, Alemanha, França, Espanha, Noruega, Suíça, Colômbia. Documentam com honestidade académica que esses impostos geralmente falham: as receitas são modestas, a evasão é generalizada, os verdadeiramente ricos evitam-nos facilmente, e a carga recai sobretudo sobre a classe média com activos ilíquidos – empresas familiares, imóveis, heranças de trabalho de décadas.

Em França, o ISF – o imposto sobre o património que existiu de 1989 a 2017 – gerava receitas equivalentes a 0,25% do PIB no seu pico. Os 0,001% mais ricos pagavam uma taxa efectiva de 0,1%, graças aos mecanismos de limitação da carga fiscal. Em Espanha, 44% da receita potencial nunca é cobrada. Na Alemanha, os custos administrativos do antigo imposto sobre a riqueza chegaram a 42% da receita gerada – o Estado gastava quase tanto a cobrar o imposto quanto recebia dele.

Os próprios relatórios reconhecem estes factos. A conclusão que tiram é: precisamos de um imposto “melhor desenhado”. Com mais harmonização. Com mais troca automática de informação. Com menos brechas. Em nenhum momento se pergunta: e se o problema não for a insuficiência de impostos sobre a riqueza, mas a política monetária que a gerou?

Enquanto deliberavam sobre como taxar mais os “contribuintes” europeus, os autores dos relatórios analisaram cinco categorias de instrumentos: imposto sobre o património líquido, imposto sobre mais-valias não realizadas, imposto sobre mais-valias realizadas, imposto sobre heranças e doações, e imposto de saída. As duas apostas principais são o imposto sobre heranças e o imposto de saída.

O imposto sobre heranças é a grande prioridade. O relatório invoca a chamada “grande transferência de riqueza” – a passagem do património acumulado pela geração dos baby boomers para os seus herdeiros, que está prestes a atingir valores históricos. Este evento, escrevem os autores, representa “uma oportunidade” de tributação!

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Foto: AbsolutVision

O relatório argumenta ainda que taxar a riqueza herdada tem efeitos “modestos” sobre o empreendedorismo e a criação de riqueza futura. A família que construiu uma empresa ao longo de três gerações ficaria reconfortada com o adjectivo.

O imposto de saída é a segunda prioridade. Querem que seja aplicado às mais-valias não realizadas (sic) no momento em que um contribuinte muda de residência fiscal. Ou seja: mesmo que não tenhas vendido nada, mesmo que não tenhas recebido um cêntimo, o acto de sair de um país deve desencadear um imposto sobre os ganhos teóricos dos teus activos. É uma taxa sobre a liberdade de circulação, apresentada com a linguagem asséptica de burocratas da tirania fiscal.

E depois vem a frase que merece ser citada na íntegra, porque revela tudo: o relatório afirma que “a resposta em termos de mobilidade internacional é frequentemente sobrestimada.” Em linguagem simples: os autores partem do princípio de que os “contribuintes” mais “ricos” não irão sair e irão simplesmente suportar a carga fiscal adicional. É a assunção do carcereiro: construímos a prisão, portanto ficam.

A tendência aponta também para um reforço sistemático do controlo financeiro, apresentado sob o eufemismo de “declaração normativa”. A troca automática de informação entre administrações fiscais – que o relatório celebra como um avanço da transparência – é, na prática, a construção de uma arquitectura de vigilância patrimonial à escala continental. Os censores romanos, que percorriam os territórios conquistados a inventariar os bens de cada conquistado para determinar quanto podiam extrair, reconheceriam o método com satisfação.

Há uma lógica perfeita neste ciclo, uma vez que se aceite a premissa de que o Estado tem o direito de fazer tudo isto.

O Banco Central cria dinheiro. Esse dinheiro inflaciona os activos dos ricos. As estatísticas registam aumento da desigualdade. Os académicos e as universidades – muitos financiados pelas fundações das mesmas elites – produzem relatórios sobre a desigualdade. A solução proposta é um imposto administrativamente complexo que os verdadeiramente ricos evitam com facilidade, mas que recai sobre a classe média com activos ilíquidos. O Estado expande a sua capacidade de vigilância patrimonial. O Banco Central continua a imprimir.

brown metal chain in close up photography
Foto: Hussain Badshah

O ciclo fecha-se. A desigualdade que serve de pretexto para o imposto é alimentada pela política que o imposto pretende corrigir. É o esquema mais antigo da política: criar o problema, apresentar-se como solução, expandir o poder no processo.

O relatório da Comissão Europeia sobre tributação da riqueza é um documento sério, tecnicamente competente, honesto na sua documentação do fracasso histórico dos impostos que estuda. Tem apenas uma lacuna fatal: não analisa a causa do problema que pretende resolver. Essa lacuna não é um acidente. É a condição da sua existência.

Luís Gomes é gestor (Faculdade de Economia de Coimbra) e empresário

08/05/2026

Castigos corporais

 Singapura, uma ilha-cidade-estado-república, aprovou o uso da vara para castigos corporais, destinados a alunos do sexo masculino com idade superior a 9 anos em casos de "bullying", termo agora na moda.

Com uma população a rondar os 6 100 000, a densidade populacional é de 3 800 habitantes por quilómetro quadrado, o que lhe confere o 3º lugar a nível mundial, após Macau e o o Mónaco e à frente de Hong-Kong e Gibraltar. 

Muita gente junta.

Não será em termos religiosos que se explica esta opção, já que, não há uma religião maioritária. 

31% budismo; 20% sem religião; 19% cristianismo (não confundir com os adeptos do cristiano); 16% islamismo; 9% taoismo;  5% hinduismo; ...

https://www.theguardian.com/world/2026/may/06/singapore-caning-school-bullies 

 " Alunos do sexo masculino que praticarem bullying contra outros, inclusive por meio de cyberbullying, serão punidos com castigos físicos como "último recurso", de acordo com novas diretrizes introduzidas em Singapura.

Segundo as novas regras, que foram debatidas no parlamento na terça-feira, os estudantes do sexo masculino podem receber até três chibatadas.

Organizações internacionais como a Unicef, agência da ONU para a infância, opõem-se ao uso de castigos corporais em crianças, alegando que isso prejudica sua saúde física e mental e aumenta os problemas de comportamento ao longo do tempo.

O ministro da Educação, Desmond Lee, disse aos parlamentares que o castigo físico só seria aplicado "se todas as outras medidas forem insuficientes, dada a gravidade da conduta".

... (continua no link supra".

Por cá, por menos, um empregado ou empregada mal pagos, são transformados em criminosos para o resto das suas vidas.

Talvez o rigor explique porque é que o Banco Mundial classifica Singapura em 1º lugar em termos de rendimento per capita  do Produto Interno Bruto (PIB) em paridade do poder de compra (PPC) (É um valor semelhante ao PIB nominal per capita, mas ajustado ao custo de vida em cada país). 

Portugal ocupa alegremente o 42º lugar.

Muita falta de vergastadas no POVO, que elege tais políticos para o governar.

 

29/04/2026

Antes tarde

que nunca. 

Mas a Ordem teve que vir do Alto. Mas só veio, depois de ter caído nas bocas-do-mundo. Como isso afectava a imagem impoluta do morcão, que ocupa a cadeira do Poder no Palacete de São Bento em Lisboa, a reacção foi célere, não tivesse havido badalo, que o 'business as usual' tinha continuado a medrar, sem que ninguém no terreno, tivesse dito alto e em bom som: 

- Isto não pode ser! 

- Não me pagam para eu dar cobertura a estas tarefas! 

- ... !

Da minha parte tenha a declarar que: o dinheiro que já dei para apoiar este site, está a ser bem empregue:

https://www.paginaum.pt/2026/04/29/venda-agressiva-de-cursos-ministerio-da-educacao-ordena-suspensao 

" Venda ‘agressiva’ de cursos: Ministério da Educação ordena suspensão de projectos pseudo-pedagógicos

Elisabete Tavares e Pedro Almeida Vieira


A Agência para a Gestão do Sistema Educativo (AGSE), tutelada pelo Ministério da Educação, enviou hoje uma circular urgente para as escolas de todo o país a ordenar a suspensão imediata de qualquer actividade associada à Associação Internacional Lusófona para a Educação (AILE), após ter concluído que não existe qualquer autorização para a sua actuação em contexto escolar com fins comerciais.

A decisão surge na sequência directa das investigações do PÁGINA UM que expuseram um esquema de recolha de dados e venda agressiva de cursos dentro de estabelecimentos de ensino públicos.

No documento, assinado pelo presidente da AGSE, Raúl Capaz Coelho, é inequívoco o desmentido da narrativa que vinha sendo usada pela própria AILE junto de direcções escolares, professores e encarregados de educação: não só a alegada entidade sem fins lucrativos — mas que usava recursos e meios da empresa Advance Station — é desconhecida da tutela, como nunca teve qualquer validação formal para operar nas escolas nos moldes em que o vinha fazendo.

A circular esclarece ainda que, embora determinados inquéritos tenham sido aprovados pela Direcção-Geral da Educação (DGE), tal autorização era estritamente limitada a fins de investigação e não abrangia qualquer contacto posterior com pais, muito menos com objectivos comerciais por via de uma empresa.

A decisão de travar de imediato estas actividades ocorre depois de o PÁGINA UM ter revelado, na passada sexta-feira, com base em testemunhos e documentação recolhida em várias escolas, que a AILE, que nem sequer possui estatutos públicos nem (aparentemente) número de identificação fiscal, funcionava como porta de entrada para estruturas empresariais ligadas à Advance Station, que utilizavam o espaço escolar aos fins-de-semana para captar clientes e vender cursos de formação sob forte pressão psicológica.

O inquérito da AILE que tem servido para levar pais a comprarem cursos da Act Academy sob pressão, em reuniões realizadas nas instalações de escolas públicas.

Como salientado pelo PÁGINA UM, o processo começava com a aplicação de questionários em sala de aula, apresentados como instrumentos pedagógicos ou científicos, que permitiam recolher dados pessoais de alunos e famílias.

A AILE apresentava-se sempre, conforme se observa em documentos de agrupamentos escolares, como uma entidade “sem fins lucrativos dedicada ao combate ao abandono e insucesso escolar”, que pretendia desenvolver um projecto educativo “devidamente autorizado e validado pelo Ministério da Educação/DGEstE, para implementação em contexto escolar”.

Posteriormente, os encarregados de educação eram convocados para sessões realizadas nas próprias escolas — muitas vezes ao fim-de-semana — onde eram abordados por representantes de entidades comerciais e incentivados a adquirir cursos online com custos mensais elevados, através de técnicas de marketing agressivo e decisões tomadas sob pressão.

Panfleto com venda de um curso apresentado aos pais que preencheram o inquérito da AILE distribuído nas escolas públicas.

A circular agora emitida pela AGSE, depois de uma solicitação expressa do ministro Fernando Alexandre, confirma a substância da investigação do PÁGINA UM, porque a aprovação inicial dos inquéritos terá sido revogada após se ter verificado que não estavam a cumprir os fins declarados. O Ministério da Educação — que até agora se mantivera em silêncio — terá agora ordenado também a intervenção da Inspecção-Geral da Educação e Ciência (IGEC).

Em todo o caso, existe agora uma orientação inequívoca para os directores escolares cessarem qualquer colaboração com a AILE até completo esclarecimento da situação. Aliás, o PÁGINA UM já apurara esta manhã que pelo menos um agrupamento escolar de Lisboa — o Gil Vicente — já se antecipara à orientação ministerial, comunicando à AILE a suspensão das actividades previstas após um questionário que se realizara na semana passada.

Esta decisão do Ministério da Educação acaba também por relembrar que cabe às direcções das escolas a responsabilidade directa pela utilização das instalações escolares por entidades externas, mas que esta não pode servir para promoção comercial nem para práticas que coloquem em causa a protecção de dados e os direitos dos alunos e das suas famílias.

Fernando Alexandre, ministro da Educação: reacção á investigação surge cinco dias depois da investigação do PÁGINA UM. Foto: D.R.

Este caso de elevada gravidade — são dezenas as reclamações no Portal da Queixa e no site da DECO, que se acumulam há anos, embora com maior frequência nos últimos meses — levanta questões mais profundas sobre o controlo de quem entra nas escolas públicas e sobre os mecanismos de validação de projectos apresentados como educativos.

Como ficou demonstrado, a AILE apresentava-se como uma associação sem fins lucrativos, que dizia estar “devidamente autorizada” pelo Ministério da Educação, e aparentemente esse argumento foi aceite por diversas escolas sem qualquer verificação e supervisão, facilitando a disseminação a nível nacional de práticas comerciais ilegais.

A aparência institucional sem verificação permitiu assim legitimar um modelo de actuação em que a AILE, uma entidade opaca — sem informação pública sobre órgãos sociais, contas ou actividade —, funcionava como intermediária de interesses comerciais de uma empresa (Advance Station).

O alegado presidente da AILE assume-se como sócio-fundador da Advance Station, que tem várias marcas ou empresas que foi usando e fundindo ao longo dos anos.

Aliás, o proprietário desta empresa, João Carlos Oliveira Dias, apresenta-se como alegado presidente da AILE. E alguns dos nomes que constavam em questionários da AILE como investigadores são, na realidade, funcionários da Advance Station.

A intervenção da AGSE, ainda que tardia, representa assim o primeiro reconhecimento oficial de que algo falhou no sistema de controlo nos espaços escolares. Resta agora perceber até que ponto essa falha foi apenas operacional — por ausência de fiscalização — ou estrutural, permitindo que ainda mais entidades externas utilizem a marca implícita do Estado para legitimar práticas incompatíveis com um sistema educativo decente.

Partilhe esta notícia nas redes sociais. "

É isso que eu estou a fazer 😀 

27/04/2026

Diz-me com quem andas ...

 não é hoje, só que, uma geração criada em aviário, sem pai, nem mãe por perto, a não ser de fugida ao fim do dia. Pela manhã, um deles apressado, para se ver livre do estorvo, esta geração passou o resto do dia entregue aos cuidados do Sistema. 

Se aprendemos muito por imitação, os exemplos deixam a desejar e os resultados estão aí.

Toda uma Máfia europeia (esquerda de pacotilha) bateu palmas, porque Viktor Orbán foi derrotado na Hungria.

No dia seguinte receberam a paga. 

Aumentou 90 000 000 000 € a colossal dívida conjunta da UE, vamos despejar todos, mais dinheiro do nosso bolso, nos corruptos ucranianos. Se pensam que esta dívida não é vossa, esperem pelo cobrador de fraque.

E a cereja no topo do bolo, todas as paineleiras bateram palmas, brevemente podem ir à Hungria desfilar sem máscara na Marcha do Orgulho GAY, que passa a ser permitida.

Mas tem mais, para que não se perca nenhuma criancinha, que seja entregue aos cuidados do Sistema, o ministro da educação, vai ser:

 https://swentr.site/news/639102-hungarian-first-lgbtq-activist-education/

 "De acordo com a mídia local , o futuro primeiro-ministro húngaro, Peter Magyar, nomeou o "primeiro ativista LGBT" do país para o cargo de ministro da Educação.

O líder do Partido Tisza, que derrotou o Fidesz de Viktor Orbán no início deste mês, apresentou os nomes de 12 ministros do seu gabinete numa publicação no Facebook na sexta-feira, enquanto se prepara para formar um novo governo.

Judit Lannert foi nomeada ministra da Educação e Assuntos da Infância, apesar das expectativas de que Rita Rubovszky, diretora de uma escola católica cisterciense, assumisse o cargo. Lannert é conhecida por suas críticas ao governo anterior, tendo inclusive sido noticiado o uso de cores com temática LGBTQ+ em suas redes sociais durante debates sobre emendas constitucionais sob o governo Orbán.

 ..." (tradução automática)

O que é que pode correr mal? 

 

fonte da photo: https://www.thelibertybeacon.com/incoming-hungarian-education-minister-under-fire-for-lgbtq-activism/

 

 

26/04/2026

Aliviado

 26 Abril 2026

Foi com apreensão que toquei na "tecla" (isto agora já não é um interruptor físico) para iniciar a chamada. 

Ao quarto ou quinto toque a Jú atende. Parte da apreensão foi-se. 

Hoje é o dia do aniversário dela. Mas só quando ela me diz que, o João já teve alta e que está ali ao lado dela, é que a apreensão se foi. 

Temi. Pensei. Cismei. 

Quando não temos muitos dados, elaboramos as conjecturas com os que temos. Ser pessimista, é ser um optimismo bem informado. O planeamento deve ser sempre para o pior cenário.

O internamento foi, mais do que, o inicialmente anunciado. 

Fiquei feliz em ouvir a sua voz e sentir que ele estava animado.

 

25/04/2026

Escolas

ONG's, o albergue espanhol onde toda a prostituta tem espaço para o seu negócio.

Está no estatuto profissional, colaborarem com estas actividades?

Quem cala, sempre consente.

Onde é que estão as Maria Pena, para impedirem  este mercadejar, como impedem os símbolos com ligação à religião cristã? Não estão, no catecismo dos acordados (wokismo) à Soros, não está a venda de gato por lebre, se estivesse, a cultura depravada não era incentiva e protegida em nome de tretas como, se o macho quiser, pode engravidar e parir, basta querer. 

Corja!!!!!!!!!!!!! 

 https://www.paginaum.pt/2026/04/24/associacao-sem-fins-lucrativos-e-fachada-para-vendas-agressivas

 Uma alegada associação sem fins lucrativos está a servir, com a bênção do Ministério da Educação, como porta de entrada de uma empresa para vender um curso de desenvolvimento individual com recurso a técnicas de persuasão ilegal em plenas escolas públicas. Já existem várias reclamações de encarregados de educação no Portal da Queixa e na Deco sem que o Ministério de Fernando Alexandre reaja para travar um aparente esquema de burla que se desenvolve com dezenas de vítimas dentro das paredes das escolas.

... 

24/04/2026

Superfecundação ...

https://rtbrasil.info/noticias/35593-dois-gemeos-dois-pais-caso/ 

Um caso de teste de paternidade na Colômbia virou uma sensação: uma mulher que deu à luz filhos gémeos engravidou de dois homens diferentes ao mesmo tempo, segundo relatou a imprensa colombiana, na quarta-feira (22). 

As crianças nasceram em 2016; dois anos depois a mãe decidiu confirmar a paternidade dos filhos por meio de um pedido de rotina no Laboratório de Genética de Populações e Identificação da Universidade Nacional.

O resultado surpreendeu os cientistas: uma metade de perfil genético de cada gémeo coincidiu com a mãe, enquanto só um dos gémeos compartilhou as celas da DNA com o pai. A prova foi repetida e o resultado foi confirmado. 

Pesquisadores explicaram que o fenómeno se chama de "superfecundação heteropaternal". Significa que uma mulher libera dois óvulos no mesmo ciclo menstrual, e estes são fecundados por homens diferentes em relações sexuais distintas.

O caso indica que a mulher manteve relações sexuais com dois homens diferentes em um curto espaço de tempo. 

Comportamentos

 24 Abril 2026

https://petapixel.com/2026/04/23/20-spectacular-giraffe-photos-from-remembering-wildlife-competition/ 

23/04/2026

Em vias de extinção

 23 Abril 2024

https://swentr.site/news/638957-eu-migrant-population-grow/ 

"O número de imigrantes na União Europeia atingiu um recorde de 64,2 milhões em 2025, mostra um estudo do Centro de Pesquisa e Análise sobre Migração (RFBerlin), com sede em Berlim, citando dados do Eurostat e da ONU. Deste total, cerca de 46,7 milhões nasceram fora da UE.

O total aumentou em mais de 2 milhões em relação ao ano anterior e de cerca de 40 milhões em 2010.

...  " 

É preciso acordar. 

22/04/2026

Positivo - Negativo

22 Abril 2026 

 Positivo:

https://folhanacional.pt/2026/04/22/professores-portugueses-destacam-se-em-estudo-da-ocde-por-terem-mais-conhecimentos-pedagogicos/ 

" Os professores portugueses são os que têm mais conhecimentos pedagógicos, segundo um estudo da OCDE, o que lhes permite lidar melhor com os desafios da sala de aula e fazer com que os alunos aprendam melhor.

..." 

Negativo:

 https://folhanacional.pt/2026/04/22/um-em-cada-tres-bebes-nasce-de-maes-estrangeiras/

Caminhamos a passos largos para o genocídio, a palavra está na moda, por que não usá-la?, dos indígenas portugueses.

14/04/2026

Japão

14 Abril 2026 

"Tokyo Streetscape" by Dale Cruse is licensed under CCBY 2.0


Comboios, linhas ferroviárias, urbanismo, rodovias, carros, púbico, privado, governos, política, economia, preços ... é do que trata o artigo. 

https://www.worksinprogress.news/p/the-secret-behind-japans-railways 

"Os Segredos do Shinkansen.

 Por que as empresas ferroviárias japonesas são donas de hospitais, equipas de basebal e casas de repouso?"

Uma parte que achei interessante é esta que transcrevo:

"... O Japão é um dos poucos países que privatizou o estacionamento [é recomendado abrir este link e pensar se isto era possível cá]. Na Europa e na América do Norte, grandes quantidades de vagas de estacionamento são de domínio público: os municípios são proprietários das ruas e permitem que as pessoas estacionem nelas a baixo custo ou gratuitamente. Inicialmente, com a intenção de incentivar a oferta de mais vagas de estacionamento, o Japão tornou ilegal estacionar em vias públicas ou calçadas sem autorização especial. Antes de comprar um carro, é preciso comprovar que se possui uma vaga reservada para estacionamento noturno em terreno privado, seja próprio ou alugado. ..."

 


11/04/2026

Momento musical

 11 Abril 2026


 

 

Artemis II

 Quase 1 milhão em todo o mundo estivemos no YouTube a assistir à reentrada da cápsula espacial e à sua amaragem no Pacífico. 

Programada para acontecer 11 ABR 2026 às 00:07 UTC.

A retirada dos astronautas do seu interior, é um processo lento, levará cerca de 2 horas para os retirar e transportar até ao navio de apoio.

https://www.cbsnews.com/live-updates/artemis-ii-splashdown-return/ 

06/04/2026

Preocupado

Vivemos na fio da navalha.

Em Novembro passado, na estadia que fiz a Norte, almocei com a Jú e o João e fiquei a saber que o João tinha um problema oncológico. Fiquei preocupado, o conhecimento pessoal envolve-nos emocionalmente.

Foi operado dia 26 de Março e o prognóstico eram 5 dias de internamento.

Enviei à Jú um sms no dia da operação (26), a dizer-lhe que estavam ambos no meu pensamento e que ligaria para falarmos no dia seguinte. Ela respondeu que o João ainda estava na operação.

Liguei no dia seguinte à tarde (27), mas ela não atendeu. Pensei que estaria na visita e que não era hora para eu estar a importunar. Enviei-lhe um sms a dizer que eles continuavam no meu pensamento, que ela devia estar cansada, preocupada, não deveria ter dormido e que, me desse um toque depois, que eu ligava para falarmos. Não me ligou.

Deixei passar 10 dias e no Domingo, 05 de Abril, liguei às 15:00 e ela não atendeu. Pensei mais uma vez que era hora de visita. Repeti a ligação às 8 da noite e ao terceiro toque, ela desligou a chamada.

Tenho que inferir que as coisas não estão a correr bem, que ela está destroçada e que não quer falar.

Gostava de que todos estes meus pensamentos, estivessem errados.

A Jú faz anos a 26 de Abril.

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05/04/2026

Diário de bordo

05 Abril 2026 

duas pegas-rabudas, um casal à moda antiga ou um casal ao jeito da "esquerda" actual? gostam muito nestes dias de sossego, de irem à escola

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02/04/2026

É a sina dos pobres

 seguirem as pisadas dos ricos.

Haveremos de os copiar.  Até lá, alegremente defenderemos que o Rei está espectacular nos seus trajes, ... continuaremos de boca aberta, até que a criança diga a rir, que o Rei vai nu.

O Magalhães do Sócrates e outras maneiras de ganhar dinheiro sem trabalhar, sistemas desmaterializados para a administração pública, que salvarão o "planeta" não do CO2, que esse passou de moda, mas do metano expelido pelas vacas, fornecidos pela empresa do filho da mulher do ministro, ...

 https://undark.org/2026/04/01/sweden-schools-books/

Em 2023, o governo sueco anunciou que as escolas do país voltariam ao básico , enfatizando habilidades como leitura e escrita, principalmente nas séries iniciais. Depois de terem sido praticamente deixados de lado, os livros físicos estão sendo reintroduzidos nas salas de aula, e os alunos estão aprendendo a escrever da maneira tradicional: à mão, com lápis ou caneta, em folhas de papel. O governo sueco também planeia tornar as escolas livres de celulares em todo o país.

As autoridades educacionais têm investido fortemente. Só no ano passado, o Ministério da Educação destinou 83 milhões de dólares para a compra de livros didácticos e guias para professores. Num país com cerca de 11 milhões de habitantes, o objectivo é que cada aluno tenha um livro didáctico físico para cada disciplina. O governo também investiu 54 milhões de dólares na compra de livros de ficção e não ficção para os alunos.

Essas mudanças representam uma transformação drástica em relação às décadas anteriores , durante as quais a Suécia — e muitas outras nações — abandonaram os livros físicos em favor de tablets e recursos digitais, em um esforço para preparar os alunos para a vida em um mundo online. Talvez não seja surpreendente que os esforços do país nórdico tenham gerado um debate sobre o papel da tecnologia digital na educação, um debate que se estende muito além das fronteiras do país. Pais nos EUA, em distritos que adoptaram a tecnologia digital em larga escala, podem estar se perguntando se os educadores também irão reverter essa tendência.

Então, por que a Suécia mudou de rumo? Em um e-mail para o Undark, Linda Fälth, pesquisadora em formação de professores na Universidade Linnaeus, escreveu que a “decisão de reinvestir em livros didácticos físicos e reduzir a ênfase em dispositivos digitais” foi motivada por diversos factores, incluindo questionamentos sobre se a digitalização das salas de aula havia sido baseada em evidências. “Houve também uma reavaliação cultural mais ampla”, escreveu Fälth. “A Suécia havia se posicionado como pioneira na educação digital, mas, com o tempo, surgiram preocupações sobre o tempo gasto em frente às telas, a distracção, a redução da leitura aprofundada e a erosão de habilidades fundamentais, como atenção sustentada e caligrafia.”

Fälth observou que os defensores da reforma acreditam que “as habilidades básicas — especialmente leitura, escrita e matemática — devem ser firmemente estabelecidas primeiro, e que os livros didácticos físicos são frequentemente mais adequados para esse propósito”.

Num país com cerca de 11 milhões de habitantes, o objectivo é que cada aluno tenha um livro didáctico físico para cada disciplina.

Entre 2000 e 2012, as notas dos estudantes suecos em testes padronizados declinaram constantemente em leitura, matemática e ciências. Embora tenham recuperado terreno entre 2012 e 2018, essas notas voltaram a cair em 2022.

Embora não esteja claro exactamente quanto do declínio se deve à digitalização, há algumas evidências de que materiais didácticos analógicos para leitura podem ser superiores ao aprendizado por meio de telas. No entanto, isso se aplica a textos expositivos, em oposição a textos narrativos. Textos narrativos contam uma história , seja ela ficção ou não ficção, enquanto textos expositivos são elaborados para informar, descrever ou explicar um tópico de maneira lógica e factual.

Autoridades suecas enfatizam que a tecnologia digital não está sendo completamente removida das escolas. Em vez disso, os recursos digitais “devem ser introduzidos no ensino apenas em uma idade em que incentivem, e não dificultem, a aprendizagem dos alunos”. Alcançar a competência digital continua sendo um objectivo importante, principalmente nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.
 

Historicamente, a indústria da tecnologia tem impulsionado o uso da aprendizagem digital, considerando-se uma transformadora da educação. Na década de 1980, a Apple ajudou a popularizar o uso de computadores nas escolas. Em seguida, com o advento da internet e, posteriormente, com a integração de dispositivos móveis, a tecnologia remodelou o cenário educacional. Especialistas em educação sugerem que ela pode promover uma experiência de aprendizagem mais interactiva, acessível e personalizada às necessidades de cada aluno.

Nos Estados Unidos, a tendência nacional dos últimos anos tem sido o uso de métodos cada vez mais sofisticados de aprendizagem digital, como fornecer laptops ou dispositivos como o iPad para as crianças. De acordo com uma pesquisa realizada pelo EdWeek Research Center , parte da publicação especializada Education Week, 90% dos directores de distritos escolares forneciam dispositivos para todos os alunos do ensino fundamental II e médio em Março de 2021. Mais de 80% dos directores de distritos escolares afirmaram que o mesmo se aplicava aos alunos do ensino fundamental I.

E agora, gigantes da tecnologia como Google, Microsoft e OpenAI estão incentivando as escolas a ensinarem alfabetização em inteligência artificial. Alguns profissionais da educação acreditam que as escolas devem preparar os alunos para empregadores que esperam fluência digital. Isso pode ser realmente pertinente na era da IA. Mais de 50% dos adolescentes nos Estados Unidos já usaram chatbots de IA para tarefas escolares, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Pew Research Center.

De acordo com uma pesquisa de 2023, 30% dos educadores afirmaram que seus alunos passam pelo menos metade do tempo de leitura em sala de aula fazendo isso digitalmente. Mas isso pode ter desvantagens. Pesquisadores sugerem que ler em telas digitais em vez de papel pode ser mais exigente mentalmente, especialmente para alunos mais jovens. Estudos têm associado o uso excessivo de dispositivos digitais à redução da compreensão e da retenção de memória, bem como ao cansaço visual .

As limitações da tecnologia educacional tornaram-se evidentes durante a pandemia de Covid-19. Quando o ensino online se tornou a norma, especialistas começaram a questionar se as promessas da tecnologia haviam se concretizado. Em uma publicação no LinkedIn, Pam Kastner, consultora de alfabetização e professora adjunta da Mount Saint Joseph University, sugere : “A tecnologia é uma ferramenta, não uma professora”. Ela considera que a arquitetura cognitiva da leitura foi construída para a leitura em formato impresso.
 

Os recursos digitais “só devem ser introduzidos no ensino em uma idade em que incentivem, em vez de dificultarem, a aprendizagem dos alunos”.

Jonathan Haidt, um crítico conhecido do uso de smartphones e redes sociais por crianças, publicou em Fevereiro: "Colocar computadores e tablets nas carteiras dos alunos do ensino fundamental e médio pode se revelar um dos erros mais custosos da história da educação".

Os Estados Unidos gastaram US$ 30 bilhões em 2024 em laptops, tablets e outras tecnologias educacionais, dez vezes mais do que em livros didácticos. O neuro-cientista e educador Jared Cooney Horvath lamentou o uso excessivo de dispositivos digitais na educação. Ele afirmou que a Geração Z, composta por pessoas nascidas aproximadamente entre 1997 e 2012 e conhecidas por crescerem com a tecnologia digital como parte integrante de suas vidas, é a primeira geração na história moderna a apresentar pontuações mais baixas em testes cognitivos do que a geração anterior. Em Janeiro deste ano, ele declarou a uma comissão do Senado que isso resultou em uma geração de crianças com menor capacidade cognitiva do que seus pais.
 

Resta saber se os EUA seguirão o caminho da Suécia. Naomi Baron, professora emérita de linguística da American University, disse ao Undark que não vê os EUA recorrendo à Suécia em busca de conselhos. Isso se deve, em parte, a incentivos financeiros: “Primeiro, as editoras de livros didácticos comerciais têm promovido materiais digitais — principalmente por razões financeiras, geralmente ignorando as pesquisas que comparam a compreensão, etc., entre a leitura impressa e a digital”. Baron também escreveu que “os próprios educadores americanos geralmente desconhecem a vasta literatura de pesquisa existente sobre o assunto e, em vez disso, concentram-se em economizar dinheiro para seus alunos (ou distritos escolares)”. Ainda assim, alguns educadores americanos parecem estar cientes de que a tecnologia digital pode estar piorando a educação. Os professores parecem especialmente preocupados com os possíveis efeitos prejudiciais do uso excessivo de IA.

Ao mesmo tempo, alguns pais americanos começaram recentemente a formar redes , ensinando uns aos outros como optar por não usar laptops e dispositivos fornecidos pela escola e voltar a usar livros didácticos físicos, juntamente com caneta e papel. Os pais apontam para evidências que mostram melhor retenção de informações quando os alunos lêem no papel. Essa reacção pode reflectir uma crescente rejeição à tecnologia digital na educação, impulsionada por preocupações com o possível tempo excessivo em frente às telas e os potenciais danos aos jovens, incluindo possíveis distracções viciantes .

Se os líderes educacionais dos EUA consultassem seus colegas suecos, o conselho que provavelmente receberiam seria para não eliminar completamente a tecnologia digital. "O objectivo é a recalibração, e não a reversão", escreveu Fälth. Essa opinião foi reiterada em uma declaração enviada ao Undark pelo Ministério da Educação e Pesquisa da Suécia: "O governo sueco acredita que a digitalização é fundamentalmente importante e benéfica, mas o uso de ferramentas digitais nas escolas deve ser feito com cuidado e ponderação."

Em outras palavras, o objectivo não é rejeitar a digitalização. É mais complexo do que isso. A meta é estabelecer limites criteriosos para o uso selectivo e sequencial da tecnologia ao longo das etapas do desenvolvimento educacional do aluno. Isso significa introduzir a tecnologia digital em idades mais avançadas, após a alfabetização básica e o desenvolvimento de outras habilidades.

 

 

28/03/2026

Este é o país que temos

 pelos vistos somos governados pelo algoritmo da IA.

Como o algoritmo é GIGO (garbage in, garbage out) o resultado está à vista

 https://folhanacional.pt/2026/03/27/gravida-vinda-do-barreiro-da-a-luz-antes-de-entrar-na-urgencia-do-hospital-de-santa-maria/

 

Palhaçada horária

 mais uma vez esta palhaçada se repete, na próxima noite, os relógios vão ser adiantados de uma hora quando forem 01:00 de 29 de Março de 2026, passam a ser 02:00. 

Até 25 de Outubro a carneirada viverá feliz e contente, a balirem e a votarem nos mesmos. Depois a 25 de Outubro, ao som do apito tirarão uma hora.

Por mim que se ..... vou continuar com todos os relógios em UTC. 

 

27/03/2026

A Saga continua

 quando por cá, as Maria Pena cancelam o que sempre houve, Natal e os seus símbolos, isto até à chegada desta horda de invasores, que pela mão do PS e do seu ministro SS, (santos silva, o que assinou o Pacto da Imigração Descontrolada da ONU em Marraquexe - Marrocos), aqui passaram a assentam arraial, é ao serviço de uma agenda controlada pelos judeus, judeus do tipo do Soros e que tem por objectivo isto:

 https://petapixel.com/2026/03/26/christian-photographer-awarded-800k-in-lawsuit-over-right-to-refuse-same-sex-weddings/

Uma fotógrafa de casamentos cristãos receberá centenas de milhares de dólares em honorários advocatícios da cidade de Louisville, Kentucky, após um processo judicial que se arrastou por anos devido a uma lei que a obrigava a fotografar casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

A fotógrafa de casamentos cristãos Chelsey Nelson entrou com um processo em 2019 contestando a lei municipal de Louisville, a Ordenança da Igualdade, que proíbe a discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros.

Naquele ano, Nelson tomou conhecimento da Lei da Igualdade de Louisville e concluiu que duas secções da lei limitavam a forma como ela poderia operar seu negócio de fotografia de casamentos. A lei, que proíbe a discriminação em estabelecimentos públicos, impunha possíveis penalidades civis e indemnizações financeiras aos proprietários de empresas que se recusassem a prestar serviços para casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Uma das disposições da lei proibia “a negação de bens e serviços a membros de classes protegidas”, o que inclui casais do mesmo sexo. A Lei da Igualdade de Louisville também a impedia “de escrever e publicar qualquer indicação ou explicação de que ela não fotografaria casamentos entre pessoas do mesmo sexo, ou que de alguma forma fizesse alguém se sentir indesejado ou mal recebido com base em sua orientação sexual ou identidade de género”, de acordo com o processo.

Nelson afirmou que cumprir a lei teria contradito suas convicções cristãs em seu negócio de fotografia de casamentos. A lei também a impedia de publicar declarações sobre seus pontos de vista bíblicos a respeito do casamento no site de seu estúdio fotográfico.

Em Outubro, o Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Oeste do Kentucky considerou a cidade responsável por infringir os direitos constitucionais de Nelson e ordenou que ela pagasse uma indemnização simbólica.

Para concluir o processo de Nelson, que contou com o apoio do grupo jurídico conservador Alliance Defending Freedom, a cidade de Louisville concordou em pagar US$ 800.000 em honorários advocatícios por violar seus direitos garantidos pela Primeira Emenda.

Segundo um comunicado de imprensa da Alliance Defending Freedom, a vitória de Nelson se baseia na decisão da Suprema Corte dos EUA no caso 303 Creative v. Elenis , que determinou que autoridades governamentais não podem obrigar artistas a criar discursos com os quais discordam. Em acções judiciais de direitos civis movidas contra o governo, é comum que este pague os honorários advocatícios da parte vencedora.

Bryan Neihart, conselheiro sénior da Alliance Defending Freedom, afirma em um comunicado: "Este acordo deve ensinar a Louisville que violar a Constituição dos EUA pode ter um preço alto."

Em um caso separado no ano passado, um tribunal federal aprovou um acordo de US$ 225.000 em um processo envolvendo a fotógrafa cristã Emilee Carpenter, de Nova York, que contestou leis estaduais que, segundo ela, a obrigavam a expressar mensagens que entravam em conflito com suas crenças religiosas."


 

26/03/2026

Para as Maria Pena

 que em nome de uma moda ideológica acham que, o Natal, o Cristianismo, deve ser cancelado nas escolas.

Há muitas tribos, a da Maria Pena, é a tribo 'paineleira', a tribo da esquerda, a tribo das amigas da homossexualidade, apoiadas pelo Judeu Soros e por tudo o que é comunicação social acrítica. Os mesmos judeus, que como Epstein, não se preocupam com esses valores e que os usam para manipular, como sempre o mundo 'goyim' (não judeu). Exemplo: The Telegraph publica este artigo que, depois apaga passado 24 horas

 https://www.telegraph.co.uk/world-news/2026/03/23/christians-hezbollah-unite-against-epstein-empire/

[ O Império Epstein, refere-se à coligação EUA - Israel, que ataca o Irão neste momento, usando o nome do judeu Epstein e as suas chantagens sexuais com tudo o que era gente importante. Assim houve um judeu que disse ao The Telegraph, que o artigo tinha que ser retirado, e assim foi. 

Mas isto da internet, uma vez nela, sempre nela. O artigo está aqui, por enquanto, futuramente veremos, se pela calada da noite foi também apagado a mando deles. ]

https://www.msn.com/en-us/news/world/christians-and-hezbollah-unite-against-epstein-empire/ar-AA1ZcAt2 

Aqui fica uma tradução automática dele: 

 Cristãos e Hezbollah se unem contra o 'império de Epstein'.

 Reportagem de Paul Nuki e Simon Townsley •2D •
5 minutos de leitura


Um santuário dedicado a Santa Rafqa na vila cristã de Ras Baalbek, Líbano - Simon
Townsley

A complexidade do Líbano é evidente em poucos lugares mais do que em Ras Baalbek, uma cidade cristã católica no Vale do Bekaa, no norte do Líbano, perto das fronteiras com a Síria.
A cidade, que possui duas igrejas bizantinas, uniu-se ao Hezbollah numa tentativa de preservar seu património e proteger seus 6.000 residentes católicos devotos.

As duas comunidades são tão próximas que o grupo militante apoiado pelo Irão compra uma árvore de Natal todos os anos para a aldeia.

A relação entre a aldeia e o Hezbollah é mais forte do que com o Papa”, disse Rifiat Nasrallah, de 60 anos, pedreiro e líder da aldeia, cujos sarcófagos de mármore alinham-se no cemitério da aldeia, ao The Telegraph durante uma visita em meio à guerra . “O Vaticano não fez nada por nós, mas o Hezbollah derramou seu sangue para nos proteger. O Papa só tem orações.”

Dois soldados do exército libanês, cujos líderes políticos prometeram desarmar o Hezbollah, estão sentados na casa do Sr. Nasrallah enquanto ele explica a situação política local. Um crucifixo está pendurado ao lado de um retrato de Hassan Nasrallah (sem parentesco), ex-secretário-geral do Hezbollah, em uma das paredes da sala.


Refugiados xiitas brincam com uma arma de brinquedo na vila de Ras Baalbek - Simon
Townsley

 O Vale do Bekaa é belo, perigoso e cosmopolita na mesma medida. Aldeias cristãs, sunitas e muçulmanas xiitas convivem lado a lado.
Enquanto o The Telegraph se dirigia para lá, jatos e drones israelitas estavam caçando posições do Hezbollah nas colinas a oeste, depois que os militantes lançaram um de seus mísseis terra-terra de longo alcance em direção à "entidade" [sionista] na noite anterior. Esses mísseis são grandes e dizem ser lançados de contentores marítimos adaptados, transportados por caminhões articulados, o que torna o trajeto até lá perigoso.

Mas a ameaça que aproximou os cristãos de Ras Baalbek e o Hezbollah veio do leste. A vila fica no sopé das áridas montanhas de Qalamoun, pelas quais é possível caminhar apenas alguns quilómetros para dentro da Síria.

Foi dali, entre 2013 e 2017, durante o auge da guerra civil síria, que combatentes do Estado Islâmico (EI) lançaram diversos ataques contra a aldeia, ameaçando apagá-la do mapa e decapitar seus moradores católicos.

 
A aldeia fica no sopé das áridas montanhas de Qalamoun, pelas quais é possível fazer uma
caminhada de apenas alguns quilómetros até a Síria - Simon Townsley.

 “O primeiro ataque veio de uma aldeia chamada Qasr, a apenas sete quilómetros daqui, na Síria. O Estado Islâmico atravessou as colinas, chegou à periferia da aldeia, sequestrou alguns dos meus funcionários e os torturou”, disse ele.

“No início, apenas o Hezbollah e os aldeões lutaram contra os salafistas. Lutamos juntos com mísseis e foguetes. Muitos ficaram feridos e alguns morreram. Eu quase fui morto por estilhaços de um morteiro que me atingiram as costas.”

O Sr. Nasrallah não disse isso explicitamente, mas o vínculo entre os aldeões e o Hezbollah é um caso de "o inimigo do meu inimigo é meu amigo" – ou pelo menos foi assim que começou.

Durante a guerra civil síria, o Hezbollah enviou milhares de combatentes em apoio ao regime de Assad, apoiado pelo Irão. Seus adversários incluíam organizações jihadistas como o Estado Islâmico e a Frente al-Nusra, ligada à Al-Qaeda.

Quando o Estado Islâmico atacou o Líbano pela primeira vez em 2013, o grupo rapidamente defendeu os moradores das aldeias, ao contrário do exército libanês, que só se envolveu mais tarde. “O exército estava fraco. O líder do exército na época não era forte. Ele não tinha apoio político para a luta. Só mais tarde, em 2015 e 2017, é que eles ajudaram”, disse o Sr. Nasrallah.


Uma cruz ergue-se sobre a aldeia cristã de Ras Baalbek - Simon Townsley

 Um dos dois soldados libaneses disse: “Perdi cinco amigos. Um Humvee que estávamos seguindo foi atingido por uma mina. Três colegas morreram nisso. Tínhamos soldados de boa qualidade, mas, a princípio, nos faltavam logística e equipamentos.” 

Em 2017, o exército libanês conseguiu repelir o Estado Islâmico, sendo reconhecido por isso em grande parte do Líbano. A operação antiterrorista "Amanhecer dos Jurds" (montanhas) foi documentada em relatórios oficiais da época.

“O exército libertou hoje cerca de 30 quilómetros quadrados, elevando o total da área libertada desde o início para cerca de 80 quilómetros quadrados, de um total de 120 quilómetros quadrados”, dizia um memorando oficial do exército datado de 20 de agosto de 2017.

O comunicado acrescentou: “Durante as operações militares, três soldados morreram e um quarto ficou gravemente ferido em consequência da explosão de uma mina terrestre que atingiu um veículo militar. Além disso, outros dois soldados sofreram ferimentos leves durante os confrontos, enquanto as operações resultaram na morte de 15 terroristas e na destruição de 12 postos que continham cavernas, túneis, vias de comunicação, fortificações e diversas armas.” 

Hoje, no Líbano, há novamente temores generalizados, até agora infundados, de que a Síria se envolva na guerra. O Hezbollah suspeita que os israelitas estejam usando o espaço aéreo sírio para lançar ataques de comandos contra locais como Nabi Sheet, que foi atacada há duas semanas. 

E os cristãos de Ras Baalbek estão preocupados com a possibilidade de novos ataques de grupos salafistas sírios, como o Estado Islâmico. “A história dele fala por si só”, disse o Sr. Nasrallah sobre Ahmed Hussein al-Sharaa, o novo presidente sírio, que outrora liderou a Frente al-Nusra, afiliada da al-Qaeda que lutou contra o Hezbollah na Síria. “Temos um ditado: 'Não se pode mudar um animal selvagem. Ele é o que é'. E ele está na nossa fronteira.”


Rifiat Nasrallah: 'O Vaticano não fez nada por nós, mas o Hezbollah derramou seu sangue
para nos proteger. O Papa só tem orações' - Simon Townsley 

 Não há evidências de que al-Sharaa tenha planos de atacar o Líbano, muito menos aldeias cristãs. A maioria dos analistas afirma que ele já tem problemas suficientes para estabilizar a Síria, e na sexta-feira as Forças de Defesa de Israel anunciaram que voltariam a bombardear
áreas na região de As-Suwayda, no sul da Síria, em defesa das comunidades drusas locais.

Apesar disso, os temores persistem, unindo cada vez mais os cristãos de Ras Baalbek e o Hezbollah. Tanto que o Sr. Nasrallah afirmou que "Israel é nosso primeiro inimigo... o Hezbollah é nosso amigo".

Ele e um refugiado xiita de uma aldeia do Hezbollah mais abaixo no vale relataram os milhares de ataques aéreos israelitas que ocorreram durante os 13 meses do último cessar-fogo, que terminou quando começou a guerra com o Irão.

O período, disse o refugiado Ahmad, de 30 anos, foi a parte mais cruel da guerra. “Havia violações todos os dias. Bombas em frente às nossas casas. Drones sobrevoando constantemente. Havia mães que viram seus filhos serem mortos na sua frente e crianças que viram seus pais serem mortos.”

“Houve casos em que os israelitas ligavam e perguntavam: 'Você
quer morrer com sua família ou sozinho?'. Então, eles saíam e eram mortos na frente de seus filhos. Quanta coragem é preciso para isso? E quanta crueldade?”


Uma estátua de Nossa Senhora está em uma casa em Ras Baalbek - Simon Townsley

Israel afirmou que todos os seus ataques aéreos durante o cessar-fogo foram em resposta a violações do Hezbollah.

Mas o saldo foi significativo. A Força Interina das Nações Unidas no Líbano registou mais de 10.000 violações do cessar-fogo durante o período, incluindo incursões aéreas e terrestres. As autoridades libanesas relataram 331 mortes e 945 feridos apenas nos primeiros 12 meses.

Isso traumatizou muitas pessoas, como Ahmad. E, assim como o Sr. Nasrallah, elas estão recorrendo a teorias da conspiração para explicar os acontecimentos – algumas antigas, outras muito mais modernas.

“Estamos em guerra com o pessoal do Epstein. O pessoal que come, frita e estupra crianças. São monstros, bestas. Não são humanos. Mas o pior é que são eles que mandam no mundo”, disse Ahmad.

Será que o Sr. Nasrallah teme que a relação de Christian Ras Baalbek com o Hezbollah possa agora colocar a aldeia em perigo, enquanto Israel e o exército libanês procuram desarmar o grupo militante? A sua resposta foi um enfático "não".


Como nós, cristãos desta região, podemos não estar com o Hezbollah?”, disse ele. “Eles protegem nossas igrejas. Eles nos ajudaram a combater o Estado Islâmico. Durante a Covid, eles nos deram atendimento gratuito em seus hospitais. Quando faltou eletricidade, eles nos deram geradores. Eles até montaram uma árvore de Natal. Como podemos não estar com eles agora?”

25/03/2026

A avaliar pelos resultados

das últimas eleições (presidenciais), parece que continua a ser verdadeiro o: "quanto mais me bates, mais gosto de ti".

Chagamos aqui, a este ponto onde estamos, pela mão de dois partidos, quais gatos siameses, PSD e PS.

Mudança não passa pela cabeça dos Carneiros de Panurgo que me cercam.

Tudo bem! 

Continuem a repetir os mesmos passos, na esperança de que o resultado seja diferente.

 https://folhanacional.pt/2026/03/25/comprar-casa-em-portugal-exige-esforco-superior-a-40-do-rendimento-mediano/

Já nem a classe média escapa.

 

 

23/03/2026

As pegas foram à escola

Era domingo, na rua não se ouvia a voz da Senhora Professora a gritar com as crianças irrequietas, as vozes roucas das assistentes operacionais também primavam pela ausência, assim, um casal de pegas, ou seriam pegos? que isto de pega-fêmea, pega-macho, pega aqui e pega acolá, já vai no 'pegging' promovido alegremente na internet.   

 "pega-rabuda" by _morgado is licensed under CC BY 4.0
  

 "pega-rabuda" by _morgado is licensed under CC BY 4.0

 

20/03/2026

A cena

 passa-se algures no Cáucaso

 

o matraquear dá sono e nada como encostar ao braço que serve de piso radiante 😀
 

18/03/2026

3 anos 8 meses e 15 dias

 foi o tempo necessário para endireitar o Tollan

 https://paixaoporlisboa.blogs.sapo.pt/tollan-87348

 verei se é necessário tanto tempo, ou se, entretanto o presidente de/da câmara tropeça

  

nos efeitos da Kristin (28-01-2026) que andava cheia de força. 

Para cobrarem impostos, taxas, ... é na hora, senão malho no lombo do prevaricador, para darem o retorno do esbulho, é a conta-gotas e de má vontade.

Ao fim de 51 anos de regabofe, vai sendo tempo de pensar em dar fim a este regime decrépito. 

 

 

15/03/2026

Ricos & Pobres

 podia ser o nome de uma "banda" de garagem, composta por 4 ou 5 filhos da burguesia, hoje diz-se classe média, será que cheira diferente, ou a bosta tem o mesmo cheiro?

https://www.paginaum.pt/2026/03/13/comida-de-rico-comida-de-pobre-estado-reduziu-apoios 

 

 

03/03/2026

Derrapamos

Emmanuel Todd, previu em 1976 a queda da URSS, sem saber russo, sem ter visitado a URSS, analisando dados como este, um dos determinantes para ele, a mortalidade infantil.

 
Uma sociedade que não protege os mais fracos, os mais indefesos, velhos, crianças, ... está em processo de degeneração acelerada.

https://www.paginaum.pt/2026/03/02/novo-agravamento-na-mortalidade-fetal-neonatal-e-infantil-revelam-dados-do-ine

Derrapamos na saúde e derrapamos na educação. 

Cábula um dia, cábula a vida toda e logo nesta área em que os bons, são uns bons malandros.

 https://folhanacional.pt/2026/03/03/advogado-acusado-de-citar-acordaos-que-so-existem-na-imaginacao-da-ia/

TPC?

Só para dar trabalho à IA. Logo, aumentar o consumo de energia, o CO2 e matar "mais depressa" o Planeta. 😁 

 

26/02/2026

Obras VIII

 Era para ter sido montado em Janeiro, mas eu não tinha disponibilidade. 

Depois meteu-se o chover e eles não o montavam.

Foi montado hoje o ar condicionado. 

 

"espaço em obras" by _morgado is licensed under CC BY 4.0