31/08/2026

Link

 photos:

https://amateurphotographer.com/latest/photo-news/these-incredibly-beautiful-mother-and-baby-animal-photos-have-a-heartbreaking-story-behind-them/ 

Por detrás de alguns homens,

 há às vezes uma mulher.

 
 
 
"    Em janeiro de 1960, a Atlantic Records lançou o primeiro LP monumental de John Coltrane, Giant Steps . O álbum mudaria drasticamente o som e a função do saxofone tenor. Mas de todas as composições originais arrepiantes de Giant Steps, a que se tornou mais importante para o repertório de Coltrane foi Naima. Após a estreia da música em Giant Steps , Coltrane gravou a composição cerca de uma dúzia de vezes, cada uma de uma maneira diferente. Em contraste, Coltrane nunca mais gravou Giant Steps , a faixa-título, depois do lançamento do álbum.

Naima é uma balada tão lenta e reverente que parece ficar parada, suspensa no ar. Escrita como uma carta de amor para sua primeira esposa, Naima, a canção era a composição favorita de Coltrane. "A melodia é construída sobre acordes suspensos sobre um pedal de Mi bemol na parte externa", disse Coltrane a Nat Hentoff para as notas originais do álbum. "Na parte interna — o canal — os acordes estão suspensos sobre um pedal de Si bemol."

Hentoff continua nas notas:

"Há um 'grito' — não necessariamente de desespero — na obra dos melhores músicos de jazz. Representa um homem em profundo contato com seus sentimentos, capaz de expressá-los, e esse 'grito' Coltrane certamente possui."

Coltrane conheceu Naima Grubb em 1953, na casa do baixista Steve Davis. Nascida na Filadélfia, Naima (Juanita era seu nome de batismo) já havia se convertido ao islamismo. Quando conheceu Coltrane, ela trabalhava como costureira em uma fábrica para sustentar a si mesma e à sua filha de cinco anos, Antonia (que mais tarde se chamaria Saeeda). Coltrane chamava Naima de "Nita", abreviação de seu nome de batismo.

Em 1954, o vício crescente de Coltrane em heroína e álcool o fez perder trabalhos como músico, principalmente um importante com o saxofonista alto Johnny Hodges. Depois de voltar para Filadélfia, Coltrane foi forçado a tocar com bandas locais de R&B para sobreviver. Em algumas dessas bandas, ele tinha que tocar seu saxofone tenor enquanto caminhava pelo bar. Certa noite, ele viu seu amigo de infância e saxofonista tenor Benny Golson entrar no clube. Envergonhado, Coltrane desceu do balcão e saiu para sempre.

Coltrane e Naima casaram-se em outubro de 1955, logo após Coltrane se juntar ao quinteto de Miles Davis. Em 1956, mudaram-se para Nova York com a filha de Naima, Saeeda. Nessa época, Davis já havia dissolvido o quinteto, em grande parte devido aos vícios, ao comportamento imprevisível e à forma de tocar de Coltrane.

Na primavera de 1957, Coltrane passou por uma grande transformação, declarando ao escritor Ralph Gleason em 1961: “Passei por uma crise pessoal, sabe, e a superei. Senti-me tão afortunado por tê-la superado com sucesso, que tudo o que eu queria fazer, se pudesse, seria tocar música que fizesse as pessoas felizes.” Esse período de transformação foi sombrio, escreveu Eric Nisenson em The Making of Kind of Blue.

“Coltrane voltou para casa, na Filadélfia, e — assim como Miles fizera anteriormente — decidiu se livrar do vício, e fazer isso sozinho. Na casa de sua mãe, deitou-se em um quarto e instruiu sua esposa, Naima, a trazer-lhe apenas água enquanto ele enfrentava a agonia de se livrar tanto da heroína quanto do álcool.”

Quando Coltrane surgiu, ele tinha um novo código, escreve Lewis Porter em John Coltrane: Sua Vida e Música. O mantra de Coltrane agora era “viver honestamente... fazer o bem... você pode melhorar como músico melhorando como pessoa. É um dever que temos para conosco mesmos.”

Em agosto de 1957, Coltrane, Naima e Saeeda se mudaram para um apartamento na Rua 103 com a Avenida Amsterdam, em Nova York, perto do Central Park West. Coltrane estava sóbrio e, após uma série de gravações para a Prestige, Miles Davis o recrutou novamente em 1958 para seu sexteto recém-formado. Mas, no início de 1959, Coltrane começou a demonstrar inquietação criativa sob a sombra dominante de Davis.

Segundo John Selfridge em John Coltrane, A Sound Supreme:

“Coltrane queria formar sua própria banda, e tocar com vários músicos era uma maneira de conhecer os artistas da cena. Em janeiro de 1959, ele reuniu o saxofonista tenor Wayne Shorter, o trompetista Freddie Hubbard, o baixista George Tucker e o baterista Elvin Jones para uma apresentação em uma casa noturna de Nova York.

“Tommy Flanagan e Cedar Walton se revezaram ao piano. A música era impressionante, convencendo Coltrane de que era o momento certo para montar seu próprio grupo. Ele propôs a ideia a Naima, que sugeriu que ele esperasse até depois da turnê de Miles Davis [para o álbum Kind of Blue, no início de 1960], o que lhe daria mais visibilidade e poderia ajudá-lo a lançar sua carreira como líder. John sabia que ela estava certa e concordou em esperar até o fim da turnê.”

Em vez disso, no início de 1959, Coltrane começou a gravar para a Atlantic Records, separadamente de Davis. Após Bags and Trane, em janeiro, Coltrane começou a gravar faixas para Giant Steps, sessões que foram intercaladas com seu trabalho para Davis em Kind of Blue . Após o lançamento e a aclamação da crítica de Giant Steps — e a turnê do início de 1960 — Coltrane deixou Davis e formou seu próprio quarteto, experimentando com conceitos tanto espirituais quanto modais.

Em 1963, Coltrane e Naima enfrentavam dificuldades conjugais. Segundo Eric Nisenson em "Ascension: John Coltrane and His Quest", Coltrane tinha uma amante desde 1960. Mas a outra mulher não foi a causa da separação. Coltrane havia amadurecido como artista desde que se casou com Naima e sentia que haviam passado por mudanças irreconciliáveis. Coltrane também ansiava por formar sua própria família.

Mas Coltrane tratou a separação como se Naima fosse uma musicista de apoio que ele precisava dispensar, escreve Nisenson, “explicando gentilmente que precisava fazer uma mudança em sua vida”. Após a separação, Coltrane compôs " Wise One" para ela, gravando-a em "Crescent" (1964). Essa faixa, de muitas maneiras, é o complemento de "Naima", contendo mais tristeza e gratidão em seu som do que a constante homenagem de amor presente em "Naima".

Disse Naima sobre a pausa em Chasin' the Trane, de JC Thomas:

"Eu pressentia que isso ia acontecer mais cedo ou mais tarde, então não fiquei realmente surpresa quando John saiu de casa no verão de 1963. Ele não deu nenhuma explicação. Apenas me disse que tinha coisas para fazer e saiu apenas com suas roupas e seus instrumentos de sopro. Às vezes ficava em um hotel, outras vezes com a mãe, na Filadélfia. Tudo o que ele dizia era: 'Naima, vou mudar'. Mesmo pressentindo que isso ia acontecer, doeu, e eu não superei por pelo menos mais um ano."

Coltrane e Naima se divorciaram oficialmente em 1965. Coltrane casou-se imediatamente com Alice McLeod, com quem vivia em Dix ​​Hills, Nova York, desde 1964. Durante os últimos anos de sua vida, Coltrane manteve contato com Naima, que teve um papel fundamental em sua recuperação e em sua jornada espiritual. Em 1964, ele ligou para Naima e disse que, dali em diante, 90% de sua música seria uma oração.

Apesar dos anos dedicados a apoiar Coltrane e a inspirar sua direção artística, Naima foi praticamente esquecida. Muito pouco se sabe sobre ela, e pouco reconhecimento lhe foi dado por sua contribuição indireta ao jazz. Ao menos a maior composição de Coltrane leva seu nome e nos lembra musicalmente de sua influência e poder.

Naima morreu de ataque cardíaco em outubro de 1996.    " 


 

Vamos acreditar,

tendo em conta que, estamos a menos de um mês das eleições para a Duma (câmara baixa) da Federação Russa. 

 https://ria.ru/20260831/kravtsov-2114240707.html

 "   MOSCOU, 31 de agosto — RIA Novosti. O Ministério da Educação reduziu a lista de documentos exigidos dos professores, afirmou o ministro, Sergei Kravtsov, em entrevista à RIA Novosti.

"Reduzir a carga de trabalho dos professores é a nossa prioridade. A lista de documentos que os professores devem preparar já foi reduzida a cinco itens", observou ele.
Essa tendência também afetou professores de faculdades e escolas técnicas: para eles, a lista obrigatória consiste em seis itens. Solicitar qualquer documento que não esteja nessa lista é proibido. 
 
Além disso, desde o ano passado, a carga burocrática sobre os professores da pré-escola foi reduzida. Agora, eles preenchem uma lista de documentos diretamente relacionados ao processo educativo: um plano curricular e um registo de frequência.   "
 
É claro que quem comenta, tem as suas dúvidas e outra visão.
 
https://ria.ru/20260830/uchitel-2114097699.html 
 
"   MOSCOU, 30 de agosto — RIA Novosti . A jornada de trabalho padrão para professores da rede pública é de 18 horas semanais com salário integral, afirmou o Ministro da Educação, Sergei Kravtsov, em entrevista à RIA Novosti.
 
"Os professores recebem crédito não apenas pelas aulas regulares, mas também pelas atividades extra-curriculares", observou ele.
Conforme explicou o ministério, o número padrão de horas é um valor calculado para fins de cálculo salarial. Ele depende do cargo ou especialidade do docente e é determinado pela instituição de ensino.   "
 
Aqui não se espera concordância da parte de quem comenta. 
Vistas as coisas, mude-se a latitude e altere-se a longitude e permanecemos ao que parece no mesmo lugar. 
 
Esperemos que, como não são políticos portugueses a governar por lá, que o prometido, seja devido. 
 
 

30/08/2026

Terapia ocupacional

cerveja ?

vinho ? 

a seu tempo de se verá.

Ai que prazer! Não o de Pessoa que, no poema Liberdade,  tinha um livro para ler e um dever..., mas o de Domingo em final de Agosto. 

A maralha, escumalha mesmo, ainda não regressou das bichas (quando eu diariamente fazia as palavras-cruzadas no jornal, fila, era uma enfiada, alô! alô! pessoal do hemisfério sul),  das férias de sonho. Assim reina o silêncio à minha volta.

A manipulação é um bálsamo. 

"pain plat au chorizo" by _morgado is licensed under CC BY 4.0


28/08/2026

Pronúncia do "norte"

Recomendo ver o vídeo na totalidade, para enquadrar a questão da pronúncia e as confusões que pode gerar entre falantes de idiomas diferentes.

A partir do minuto 6 a anedota. 


 Aqui o boste à portuguesa.

Ficou com personalidade, eu mandaria pintar só o baixo relevo numa cor diferente para realçar.

  

"carro" by _morgado is licensed under CC BY 4.0

 

27/08/2026

Terroristas dizem eles,

mas qual deles?

Com alguma frequência coloco aqui links para a Folha Nacional, que como diz o seu:

" Estatuto Editorial

Folha Nacional é uma publicação diária em formato digital propriedade do Partido CHEGA. "

Nem tudo o que o site publica é da sua lavra, publica notícias saídas noutros sites, de jornais e despachos da LUSA. São notícias da sua escolha, é a sua agenda partidária que dita a escolha. Por isso ao lermos sabemos ao que vamos, ao contrário dos pasquins que ainda se publicam e que não revelam a sua agenda, quem lhes está a pagar, para escrever isto ou aquilo. Aqui, goste-se ou não, é uma escolha com agenda partidária e como tal devemos usar a dose de sal que nos agradar.

Publicou o FN (Folha Nacional) esta entrada 26-08-2026, da sua lavra:

https://folhanacional.pt/2026/08/26/pcp-convida-organizacao-terrorista-para-a-festa-do-avante/ 

O Chega é um partido populista, dirá aquilo que as "massas" querem ouvir, ou aquilo que ele Chega, acha que as "massas" querem ouvir. 

Um dos pontos fracos que tem na minha opinião, é em Política Internacional. Fraco, se o compararmos com outros partidos congéneres europeus. 

Falou do "terrorismo" palestino, falou da resistência dos ocupados à ocupação.

Será que concorda com a leitura francesa, sobre os "terroristas" portugueses que se opuseram à ocupação napoleónica, quando o Rei estava estrategicamente ausente no Brasil? 

Estes terroristas aqui, no link que se segue, merecem alguma crítica por parte do Chega?  

https://t.me/vostochnysyndrome/23035 

[quem for um pouco sensível, deve abster-se de ver]

"A polícia deteve dois suspeitos, de 16 e 17 anos, do assentamento de Avigail, no sul do Monte Hebron, e de Jerusalém, respectivamente, sob suspeita de que o jovem de 16 anos agrediu o xeque Said al-Amour, um palestino com deficiência de Khirbet Raheez, também no sul do Monte Hebron, enquanto seu acompanhante de 17 anos filmava o incidente.

A polícia também alegou que eles dirigiam um SUV sem carteira de habilitação (sábado). O agressor foi mantido sob custódia e será levado hoje para que sua prisão preventiva seja prorrogada, enquanto seu acompanhante, um entusiasta de vídeos, está em prisão domiciliar" [tradução máquina via Google]. "

Como a notícia foi publicada às 12:42, espero que não tenha sido a pressa para irem almoçar que tenha turvado a vista. 


Consumir

enquanto não é proibida.

 


26/08/2026

Sem ... sem ... sem ...

Sem álcool.

Sem glúten.

Sem mais o quê amanhã?

 "você nada terá e será feliz" WEF

 

"sem glúten" by _morgado is licensed under CC BY 4.0

25/08/2026

12 anos?

 ah ah ah ah 

Ao fim deste tempo todo, foi preciso alguém queixar-se, um órgão de informação,  não confundir aqui a Estrada Beira ( paginaum.pt) com a beira da estrada (pasquins que eu vejo ainda à venda, mas que deixei de ler) pegar no assunto, investigar e dar notícia do encontrado, para a "justiça" atribuir um número de processo e este aguardar o mesmo destino do processo do Pinóquio chuchalista.

 https://www.paginaum.pt/2026/08/25/associacao-ligada-a-vendas-enganosas-em-escolas-publicas-sem-rasto-nos-registos-oficiais 

"   A “associação” que serviu de fachada durante anos para a alegada venda enganosa e agressiva de cursos em escolas públicas não se encontra registada no Ficheiro Central de Pessoas Coletivas (FCPC). O alegado “esquema” de vendas, que terá deixado um rasto de famílias lesadas em todo o país, envolve a empresa de formação Advance Station (ex-Joviform) e o caso está sob investigação das autoridades, incluindo do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa.

A confirmação da inexistência de registos públicos da “AILE” vem do próprio Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), que esclareceu que não consta do FCPC qualquer entidade denominada “Associação Internacional Lusófona para a Educação (AILE)”.

..."

(continuar a ler no primeiro link)

Tudo na hora! 

Projecto de desmantelamento do Estado promovido pelos dois irmãos siameses no sistema político português, o PS1 e o PS 2, ou se preferirem, o PSD1 e o PSD2.

Continuem a pagar tudo com cartão e sem contacto para serem modernos, esperem é pela paga no futuro.

Facilidades e comodidades a que preço?

Pelo que vejo a nível de "machos" (tenho as minhas dúvidas), as ideias não existem, já que a cabeça é ornada com uma careca tipo 2. 

24/08/2026

Quase pela certa

que do bolso de quem trabalha, daqueles que às 06:00 já estão a pé e a correr para não perderem o transporte, saiu algum daquele que o Estado rouba, apoiado em jagunços fardados (impostos - não se chamam dádivas, contribuições voluntárias, esmolas, são impostos e pela força) para esta "gente":

https://www.youtube.com/watch?v=VTu2ZdpgCqA&list=RDVTu2ZdpgCqA&start_radio=1 

pelo que percebo, já se terá evaporado.

Ainda bem. 

23/08/2026

Ninguém desconta para a sua reforma

 se tiverem dúvidas sobre a epígrafe, é só ler Luís Gomes.

https://www.paginaum.pt/2026/08/22/os-descontos-para-a-seguranca-social-que-nunca-existiram 

"...

Portugal voltou a entrar em pânico com a Segurança Social. A notícia que abriu o alarme dizia que, se nada mudar, o factor de sustentabilidade poderá cortar 28% a uma reforma antecipada em 2050 e 41% em 2100.

O país ouviu a palavra “corte”, viu um número brutal e reagiu como reage sempre: com medo. Mas o problema é mais fundo. Não começa em 2050, nem em 2100. Começa hoje, e começa numa mentira que a classe política, o comentariado e grande parte da imprensa repetem há décadas: a ideia de que os trabalhadores “descontam” para a sua reforma, como se estivessem a pôr dinheiro num porquinho, guardado para mais tarde. Não estão.

O que existe é um imposto sobre os activos para pagar aos passivos de hoje. O próprio relatório que agora assusta o país diz, preto no branco, que a despesa efectiva consolidada dos sistemas públicos de segurança social em 2025 foi de 50.267 milhões de euros, dos quais 37.589 milhões foram apenas pensões.

... "

Ganhem coragem e abram o link para o artigo no Página Um.

22/08/2026

Baba-de-cegonha

para utilizar, ao que penso palavras leves sobre o assunto. 

Apetecem-me outras, mas esta gente é muito sensível, e eu não tenho garantido que o Juiz é da mesma opinião que eu. Por isso, CENSURO-ME, tenho mais que fazer, que alimentar este  circo que em Portugal é a "justiça".

Quem trabalha, os que pagam este regabofe que é o Estado, mereciam ter mais, em troca do que lhes é roubado pelo Estado ao seu rendimento.

As desculpas são trabalho dos advogados, que a troco de honorários, defenderão a inocência dos Judeus na morte de Cristo.

https://www.publico.pt/2026/08/15/desporto/noticia/morte-volta-condutor-questionou-habitantes-ia-faixa-certa-zona-militares-2185138 

Passaram 8 dias até hoje, nestas coisas da actualidade, foi há uma eternidade. Considerando a "hyper" velocidade das "investigações" e actuação da "justiça" em Portugal, ainda não chegou o padre, por isso, a procissão nem sequer está no adro.

É o país que temos, na hora de votar, não nos preocupamos com o que deverá ser o futuro, desde que a rede e o télélé funcionem. 

Lingerie

Minhas amigas, para vosso conhecimento aqui fica:

https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/efeitos-da-roupa-interior-sintetica-descubra-como-estes-tecidos-podem-afetar-os-equilibrios-hormonais.html 

"   A utilização de roupa interior fabricada com materiais sintéticos tem sido alvo de investigação por parte de vários grupos de investigação, que identificaram potenciais riscos para a saúde. Algumas destas conclusões provêm da China e de países europeus, onde foram detetados bisfenóis nestas peças de vestuário.

Este produto químico é utilizado nos processos de fabrico têxtil como estabilizador de cor e pode ser encontrado em peças de vestuário feitas de poliéster, poliamida e elastano, incluindo peças com renda ou brilhantes.

Estima-se que cerca de 30 por cento da roupa interior feminina analisada contivesse bisfenóis e, em 10 por cento dos casos, os níveis excederam os limites considerados seguros. Sabe-se que estas substâncias químicas interferem com o sistema endócrino e podem afetar funções hormonais essenciais. São conhecidas como desreguladores endócrinos e podem ser absorvidas diretamente através da mucosa íntima para a corrente sanguínea.
..."
(continuar a ler no link)
 

21/08/2026

Por cá?

Tudo como dantes, Quartel-General em Abrantes!

Gente que devia pensar, já que bem paga, com o dinheiro roubado a quem trabalha, acha que a câmara que os espia, é para a sua segurança. Questionados, respondem que não temem, já que não devem. Quem criou a frase e em que contexto, escapa-lhes. Mas tudo bem, a esquerda há muito que deixou de ser pela Liberdade, agora, é abanar o rabo e clamar pela igualdade no género.

https://swentr.site/news/644498-flock-cameras-destroyed-darth-vader/ 

"   Com o aumento do número de departamentos de polícia nos EUA que implantam câmaras Flock [nome da marca] para monitorar o trânsito e rastrear criminosos, a reação negativa do público tem crescido. Em San Diego, um manifestante vestido de Darth Vader compareceu a uma reunião do conselho municipal para retratar o Flock como uma ferramenta para rastrear "escória rebelde".

Atualmente, existem mais de 130.000 câmaras Flock espalhadas pelos EUA, com departamentos de polícia em pelo menos 4.000 cidades instalando os dispositivos de vigilância com inteligência artificial em cruzamentos, estacionamentos e terrenos públicos. A Flock Technologies afirma que as câmaras ajudaram a polícia a impedir roubos, furtos de veículos e homicídios, mas os opositores argumentam que elas infringem as liberdades civis.

Em uma reunião do Conselho Municipal de San Diego na quarta-feira, um homem vestido como o vilão Darth Vader, de Star Wars, compartilhou sua opinião sobre a tecnologia, aproximando-se do pódio com a respiração mecânica característica de seu personagem.

O Imperador é fã da Flock, e devemos continuar utilizando as tecnologias da Flock para que possamos vigiar a escória rebelde”, declarou ele. “Enquanto eles se movem de parque infantil para parque infantil, de parque infantil para piscina, de piscina para ginásio, porque todos sabemos que as câmaras da Flock não estão apenas seguindo os leitores de placas, elas estão seguindo crianças.”

A Flock é mais conhecida por suas câmaras Falcon ALPR (Reconhecimento Automático de Placas de Veículos), que capturam imagens estáticas de veículos em movimento. No entanto, as câmaras de vídeo Condor PTZ da empresa podem ser usadas por departamentos de polícia para rastrear o movimento de indivíduos em várias câmaras com IA e buscar pessoas por meio de descrição.

As câmaras Falcon ALPR da Flock já foram usadas por mais de 50 policiais para perseguir mulheres – incluindo ex-esposas e parceiras – sem o consentimento delas, informou o Washington Post no início deste mês. Vulnerabilidades no software da Flock também expuseram online imagens de crianças , gravadas com as câmaras de vídeo da empresa. 

"Preciso disso para perseguir minha ex-namorada", disse 'Darth Vader' na reunião do conselho municipal. "Essa tecnologia nos ajudará a encontrar Luke Skywalker enquanto ele atravessa o universo em seu X-Wing."

A implantação em larga escala das câmaras Flock começou em 2020, mas o processo não tem sido tranquilo. Câmaras Flock foram alvejadas, pichadas, cortadas e obstruídas em todo o país. De acordo com o FlockStats , um site que contabiliza incidentes confirmados de vandalismo contra os dispositivos, pelo menos 162 foram destruídas em todo o país. 

Com a proliferação das câmaras, também aumentaram seus detratores. O deputado republicano Thomas Massie está entre os oponentes mais notórios da tecnologia, tendo apresentado um projeto de lei no mês passado que reteria o financiamento federal de departamentos de polícia que implantassem as câmaras. O governador de Connecticut, Ned Lamont, do Partido Democrata, também ordenou que as cidades suspendessem a instalação de câmaras Flock até que o estado desenvolva uma nova legislação de privacidade. "

(vídeo no link)

Entretanto na Justiça:

https://san.com/cc/grand-jury-declines-to-indict-ohio-man-charged-with-destroying-flock-camera/ 

"    Um júri popular em Ohio decidiu não indiciar um homem acusado de vandalismo qualificado por supostamente ter destruído uma câmara leitora automática de placas de veículos da marca Flock.

A polícia de Union Township, um subúrbio de Cincinnati, acusou Cody Morelock de desmontar a câmara, seu poste de suporte e o painel solar em 13 de junho.

Segundo a emissora WKRC-TV de Cincinnati, os investigadores identificaram Morelock após obterem imagens de câmaras de vigilância próximas ao local, bem como informações vinculadas a um cartão de crédito e a uma conta de programa de recompensas.

A polícia estimou os danos em mais de US$ 1.000. Morelock pagou uma fiança de US$ 10.000 e foi libertado logo após sua prisão.

No entanto, um júri do condado de Clermont optou por não indiciar Morelock, e as acusações foram retiradas.

 ...

A reação negativa contra o Flock se intensificou à medida que um número crescente de policiais foi acusado ou indiciado por abuso da tecnologia, frequentemente para perseguir interesses românticos. Até 12 de agosto, havia mais de 100 casos de abuso por parte das forças policiais, segundo o Instituto para a Justiça.

Em resposta, Flock anunciou novas medidas de segurança destinadas a impedir o uso indevido por parte da polícia. Críticos, como a Electronic Frontier Foundation , argumentam que as reformas são em grande parte "cosméticas" e que mandados judiciais deveriam ser exigidos para a busca de dados de leitores de placas de veículos."

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O assunto não é de lana-caprina. Lá, tal como cá, andarem a pé? tá de gesso! 

Lá, ainda se pode esperar, que o prevaricador seja castigado, já que a Justiça funciona noutros moldes. 

Cá, de justiça estamos conversados. 

Rapidez? Ah sim! O caso daquele ex-primeiro ministro...

Polícias? Também! Anda agora uma novela por episódios nos pasquins ... 

A questão cá é mais grave. Quem controla a Justiça e as polícias? 

20/08/2026

Putin é um agente do Ocidente

Não se vê que queira acabar com o sangue derramado pelo povo russo, nesta guerra contra a Ucrânia, a que ele eufemisticamente chama de Operação Especial. 

Já ninguém leva a sério, as linhas vermelhas traçadas por ele e pelos seus, na areia da praia na zona da rebentação.

Cada civil adulto que morre vítima de bombas e drones, tem cerca de 5 litros de sangue, é multiplicar pelo número de vítimas. O sangue derramado só preocupa os que mandam, na hora do discurso, fora disso, os mesmos mastins fardados que foram multar o agricultor, estão a protegê-los.

Podem muito bem ser escolhidos, para irem buscar a morte. Irão devagar, devagarinho e se necessário pararão.

Que sistema é este? Polícias, toda a espécie de 'siloviks', juízes, tribunais...? É preciso o clamor público para que reajam? É sempre este o medo das ditaduras, que a rua se levante. 

Já por cá, bem pode a rua clamar, que ELES estão-se a cagar.

É esta a pequena diferença entre "democracia" e "ditadura" .

 https://swentr.site/russia/644451-rt-speaks-with-russian-farmer-fined-firing-ukrainian-uav/

" ...

O incidente, ocorrido no início de julho, resultou na aplicação de uma multa de 40.000 rublos (US$ 480) ao homem por disparar uma arma de fogo em local não autorizado, além da apreensão de sua espingarda. Mukhin recorreu ao tribunal distrital, mas o juiz manteve a pena, argumentando que as ações do homem poderiam ter colocado em risco a vida de outras pessoas.

Em entrevista à RT na terça-feira, Mukhin relatou como, na noite de 7 de julho, acordou com o rugido de drones sobrevoando sua casa. O agricultor chamou a polícia, pegou sua espingarda e saiu.
Segundo Mukhin, sua intenção inicial era apenas relatar o avistamento do drone às autoridades, mas disparou a espingarda quando um segundo drone apareceu no horizonte, na tentativa de abatê-lo.

Com a chamada sempre no viva-voz, o operador da polícia perguntou ao homem se fora ele quem disparara os tiros e se possuía licença para porte de arma, o que o agricultor confirmou.

 ... "  

Tirados a papel químico, lá e cá, o dinheiro que se gasta com esta gente, é desperdício, e Grande. 

Será que o zeloso bófia russo, também diz que: 'dura lex, sed lex'? e se multa a si próprio, quando faz como os daqui, pára em cima do passeio e da passadeira, nas rotundas, túneis e pontes, anda em excesso de velocidade, em sentido proibido, em contra-mão, ... ou diz também como estes: estou em serviço! xou uma autoridade!. 

Será que o zeloso bófia e a cáfila de juízes que primeiro disseram que sim, condene-se! e esfregaram as mãos de contentes, com mais esta achega para a avaliação de desempenho, vão ser enviados para a frente no Donbass? 

Sonhos húmidos

dizem que são mais frequentes na adolescência, mas como somos governados por miúdos, prolongam-se até à idade da reforma, idade da reforma para quem trabalha, não para ELES, que "trabalham" até morrer.

3 notícias, 2 de hoje e 1 de ontem. Podiam ser outras, escolho estas.

https://oilprice.com/Energy/Energy-General/Beijing-Bets-on-Fossil-Fuels-Even-as-It-Leads-the-World-in-Renewables.html

"    Pequim aposta em combustíveis fósseis, mesmo quando lidera o mundo em renováveis

..." 

https://oilprice.com/Energy/Coal/Coal-Remains-The-Undisputed-King-Of-Global-Power.html 

"    O carvão continua sendo a maior fonte de energia do mundo, gerando quase 11.000 TWh em 2026 – 77% mais eletricidade do que a energia eólica e solar combinadas.

..."

https://oilprice.com/Energy/Energy-General/UK-Conservatives-Claim-Net-Zero-Rollback-Could-Save-Families-540-a-Year.html 

"   

Os conservadores disseram que as famílias poderiam economizar cerca de £ 540 por ano após 2030 se os regulamentos zero líquidos forem descartados, com o compromisso de tornar a energia o mais barata possível.

Um relatório publicado pelo 'think tank' de centro-direita Onward e apoiado pelos Tories disse que o custo do zero líquido chegou a um extra de £ 540 por família por ano entre 2030 e 2050. 

..."

Tudo isto é baba-de-cegonha? 

É! 

O que não é baba-de-cegonha, é o percurso que a China do ano 2000 fez até agora e o percursos que Portugal do ano 2000 fez até agora. Ela em constante crescimento e nós em constante declínio a todos os níveis, sendo o pior de eles todos, a perda da Identidade.  A população chinesa é, dados de 2020, 91% Han, por cá é o que vemos ao virar da esquina.

Por isso, preocupem-se com o plástico, as tampinhas, as ervinhas, abram os braços e as pernas a tudo o que aqui arriba. 

Os sonhos húmidos da união europeia, de que por decreto, se torce a realidade, estão à vista.  A China e todo o sudoeste asiático crescem economicamente, milhões foram resgatados da pobreza na China; o Vietnam arrasado pelos bombardeamentos americanos renasceu; por aqui, o motor económico europeu, a Alemanha (RFA + RDA) vão fechando empresas atrás de empresas. “Deus enlouquece primeiro aqueles a quem quer destruir.” 

Assim estão os políticos alemães, são seguidos pelos carneiros de Panurgo por cá (PS + PSD) rumo ao suicídio. 

19/08/2026

Beleza

destruição, morte, é verdade, mas não deixa por isso mesmo, de serem belas imagens.

É claro que, se forem umas pequenas Gretas preocupadas com o Planeta, uivem, gemam, arranquem os cabelos, digam ao vosso "deputado" que tem que parir, sim parir, basta querer, nada tem que ver com biologia, é tudo cerebral, para parir uma Lei que castigue estas coisas e uma agência para gerir os fundos criados pelo trabalho de quem trabalha. Proxenetas, como é o vosso caso, não criam valor.

Bulkão:

https://swentr.site/news/644388-etna-eruption-flight-disruption/ 

18/08/2026

Maria Pena e a bota

Como é que vais descalçar a bota Maria Pena? 

Esta bota não é uma bota de 'chupame la punta' como cantam as 'Las Ketchup', grupo musical feminino aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=9DAQa7Z8Bqc&list=RDzT7mG5_deEU&index=3 

ou seja, uma bota assim:

https://www.billini.com/cdn/shop/files/ISELA-BLACK7114.png?v=1775800777&width=1067  

ou assim:

https://www.flickr.com/photos/orchidthief/105587024/ 

ou assim:

 https://www.flickr.com/photos/118645806@N08/15783066675/

ou assim:

 https://www.flickr.com/photos/jaimelondonboy/7111080571/

 (gaja que é gaja, pode clicar no nome do fotógrafo e ter devaneios)

a bota que tens que descalçar Maria Pena, deve ser uma destas aqui:

https://castle-gothic.pt/ 

Andaste tu a cancelar símbolos natalícios, para não ofenderes quem tu pensas, que pode ser ofendido. 

Agora se te deres ao trabalhar de ler, o que diz o link e que eu transcrevo abaixo, vais verificar que as tuas "ideias", são caca, caca de esquerda-de-pacotilha, caca de esquerda-fufa, caca de esquerda-paneleira, caca, simplesmente caca.

 https://swentr.site/news/644369-jordan-jesus-christ-baptism/

 "  A Jordânia está se preparando para comemorar o 2.000º aniversário do baptismo de Jesus Cristo no rio Jordão, com a nação muçulmana investindo mais de 100 milhões de dólares para atrair peregrinos cristãos a um dos locais mais sagrados do mundo.

O primeiro-ministro jordano, Jafar Hassan, reuniu-se este mês com líderes cristãos e assinou acordos para desenvolver o local do baptismo, construindo uma vila para peregrinos e visitantes cristãos, um museu dedicado ao baptismo, um corredor verde e melhorias na infra-estrutura de acesso ao local. O projecto deverá custar 120 milhões de dólares, segundo informações da media do Vaticano.

O ano de 2030 é amplamente aceito como o bicentenário do baptismo de Cristo por João Baptista, um momento que marcou o início do ministério público de Jesus. A cerimónia ocorreu em Betânia Além do Jordão, na margem leste do rio Jordão, que hoje separa a Jordânia da Cisjordânia ocupada por Israel.

Na época do baptismo de Jesus, Betânia Além do Jordão fazia parte da Pereia, um estado judeu cliente de Roma.

Quatro papas visitaram Betânia Além do Jordão: Paulo VI em 1964, antes do local ser escavado e restaurado, seguido por João Paulo II, Bento XVI e Francisco. A Jordânia é o único país a ter recebido esses quatro pontífices.

Embora a Jordânia seja um país muçulmano, com o Islão consagrado como religião oficial, abriga cerca de 350 mil cristãos. Em seu discurso na reunião com líderes cristãos, Hassan afirmou que a celebração do aniversário do baptismo “reflecte a posição histórica e religiosa da Jordânia e seu papel como destino global de peregrinação cristã, ao mesmo tempo que destaca a mensagem de coexistência do Reino”.

Dois dos locais mais sagrados para os peregrinos cristãos – a Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém, onde Jesus foi crucificado, e a Igreja da Natividade em Belém, onde ele nasceu – estão localizados do outro lado do Rio Jordão, em território palestino ocupado por Israel. Embora os visitantes normalmente possam acessar a Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém Oriental, os peregrinos que viajam para Belém precisam passar por um sistema de postos de controle militar israelitas, barreiras e bloqueios de estradas, que muitas vezes são fechados pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) sem aviso prévio. "


16/08/2026

Museus & museus

 Temo que o pobre felino esteja enganado

"gato" by _morgado is licensed under CC BY 4.0 

 
 viu a porta, leu o letreiro e terá pensado: - estou com a minha gente.

"gato" by _morgado is licensed under CC BY 4.0


 Tenho as minha dúvidas, é que, há Museus e museus.

Há Museus como este, em que os gatos são Reis e Rainhas, e que foram mesmo Reis e Rainhas, quando imperou por lá o sistema soviético, esse mesmo, o que dava injecções atrás da orelha aos velhos e comia as criancinhas ao pequeno-almoço. 

Lá, não aqui, não no regime sanguinolento do chuchalismo e as suas vacinas pro lucro das farmacêuticas, e, dos "amigos das criancinhas" de esquerda. 

https://learnrussian101.com/pt/meet-russia/o-museu-hermitage-tem-70-gatos-em-sua-folha-de-pagamento/ 

"    Na vasta amplitude do acervo do Hermitage — três milhões de objetos, um palácio construído para Catarina, a Grande, telas de Rembrandt e Matisse — você pode não esperar que os residentes mais fotografados do museu tenham quatro patas e bigodes. 

E, no entanto, escondida no porão do Palácio de Inverno em São Petersburgo, em algum lugar abaixo dos mestres flamengos e das múmias egípcias, vive uma colónia de gatos.

Eles têm sua própria equipe. Eles têm um assessor de imprensa. Eles têm um calendário de arrecadação de fundos que se esgota todos os anos. E, de acordo com os registos oficiais do museu, eles realizam seus trabalhos desde o século XVIII. 

..."

Continuar a ler no link.

Primeiro chamada de São Petersburgo, depois de Petrogrado, a seguir de Leninegrado para voltar agora ao ponto de partida, São Petersburgo. 

Foi em Leninegrado, cercada pelos alemães durante 872 dias, que a história do gato Vaska se passou: 

https://www.infobae.com/mascotas/2025/05/06/vaska-el-gato-que-cazaba-para-que-su-familia-de-humanos-no-muriera-de-hambre-durante-la-guerra/ 

 

 

15/08/2026

Onde estamos? Para onde caminhamos?

Vamos pedir à IA, que nos gere um vídeo, dizendo-lhe que queremos viajar na cabine do maquinista, que a paisagem tem que ser bonita, mas que nos deve poupar com o Quim Cantigas e as suas actuações nos arraiais minhotos.

A IA, criará algo assim: 

Quem se der ao trabalho de ver o vídeo na sua totalidade, estranhará a quantidade de passagens de nível, algumas delas sem mecanismos automáticos de fecho, a ausência de passagens superiores para passar de uma plataforma para outra, todas passagens inferiores, a quase ausência de barreiras entre a via férrea, a estrada e os campos circundantes, estranhará também que a IA não tenha pintado as paredes com montes-de-bosta-retorcida a que chamam de arte, graffiti. Penso que vi dois. Talvez feitos por italianos, que ao fim-de-semana foram a Davos protestar contra o malvado capitalismo.

Nós estamos entre estes a seguir e o cenário suíço: 

 


já tiveram semáforos, já tiveram .., já tiveram ..., mas isso foi no tempo do opressor, do colonislista, ... agora são livres. 

Mas vamos estar por pouco tempo, os chuchalistas assinaram o Pacto Global para as Migrações Seguras, Ordenadas e Regulares e até temos um plano para implantar a coisa, aqui

Como vimos recentemente em Ceuta, há milhares a baterem à porta do paraíso.

Há 10 anos ainda se papava:

 
 Passados 10 anos estamos assim:
 

RIP - rest in peace

13/08/2026

Mentiras

há muitas. 

Uma forma de mentir, é apresentar uma imagem, uma fotografia, um desenho, um filme, ..., dizer que a imagem vale por mil palavras, é o supra-sumo da mentira.

Se eu colocar o foco na maldade, na falta de coração, na crueldade, nos maus-tratos, ... a lista é longa para gente de "esquerda", desta esquerda-caviar, do género, da igualdade, que acham que os animais devem ter o seu "representante" na AR em Lisboa e terem os seus direitos a cargo de um vereador em todos as câmaras municipais. Mas os animais sempre lá estiveram e não vão deixar de estar.

Se for esse o caso, coloco esta imagem com um pouco de recorte, e deixo o arame falar sobre a liberdade, a ferrugem falar sobre o tempo passado, realço o olhar, as ervas secas, a "onda-de-calor" que varre a Europa na cabeça dos télé-dependentes, etc ... 

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agora se quiser dizer que és um ser livre e feliz, mais livre e feliz que os teus primos que são escravizados pelos humanos "amigos do animais", coloco outra imagem, realço a tua esperteza, aponto para as tuas habilidades na corrida de obstáculos, a tua flexibilidade, o teu domínio do espaço que te cerca, a tua decisão sobre o caminho mais curto entre o ponto em que estás e aquele onde me encontro.

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a jaula em que estavas encarcerado, afinal tem uma gateira. 😉

 

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tens uma flexibilidade de fazer inveja, a qualquer candidato e entrevado com duas patas
 
  
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 tens boa memória, sabes quem sou e reconheces o "rebuçado"

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 trincado o "rebuçado", foste à tua vida, desta vez não disseste em gatês: dá me mais!


12/08/2026

Hoje foi um daqueles dias ...

 em que ando aziado desde que me levanto.

Aziado, porque tive que me levantar mais cedo. De há muito que não dou os bons-dias a ninguém, com a agravante que vivo em UTC e eles em UTC+1. 

Tive que ir pagar o que faltava, para que as contas do IRS, ficassem como eles querem.

O valor oscila entre cerca de 15 € ou 18€/mês, consoante faça as contas a 14 meses ou a 12 meses.

Quem é que esta CORJA política que temos, consegue enganar com estes truques?

Cobram-me menos 15 ou 18€ por mês, para depois mos pedirem no fim?

Devem estar loucos, se pensam que, com estas tretas vendidas pelos seus jornaleiros-económicos (assim uma espécie de meteorologistas-das-contas-da-economia, estão dois furos de um reles contabilista),  me fazem acreditar que, me aliviaram a carga fiscal.

Só de tempos a tempos é que me dão a hipótese de me vingar. Não a desperdiço. Vingo-me!

  

10/08/2026

O rótulo, minha senhora!

 é só para enganar a traça!

A freguesa entrou numa das extintas lojas, que vendiam tecidos a metro na Baixa lisboeta e pede um tecido de lã.

O empregado com o cabelo cheio de brilhantina e risco ao lado, coloca três peças de tecido sobre o balcão.

A freguesa depois de olhar, apalpar e remirar, diz ao empregado: - mas a etiqueta diz algodão!

Este com o seu melhor sorriso de galã-de-cinema  responde: Ó minha Senhora! A etiqueta é só para enganar a traça.

Vamos ao assunto, ignorando a etiqueta.

Gelado de ameixas de Elvas.

"gelado" by _morgado is licensed under CC BY 4.0


 

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 👨‍🍳

Rui Rio anda agora muito indignado com os lucros dos bancos…

Como sempre, Rui Gomes merece ser lido, não pela rama, já que o assunto e as suas explicações, penso que são "demasiada areia" para as camionetas dos votantes 'vulgaris' que temos. 

https://www.paginaum.pt/2026/08/09/rui-rio-anda-agora-muito-indignado-com-os-lucros-dos-bancos 

"  Rui Rio anda agora muito indignado com os lucros dos bancos…

Luís Gomes

Determinados gestos políticos só fazem sentido quando se compreende que o autor nunca precisou de perceber do que escreve para continuar a escrever. Foi o que aconteceu quando Rui Rio, ex-líder do PS-2, decidiu, na sua conta do X, proferir sentença definitiva sobre o sistema económico que sustenta a sua própria pensão, o seu subsídio de reintegração e o edifício inteiro que lhe pagou o ordenado durante décadas: “O capitalismo tem vindo a acentuar a acumulação e a desprezar a concorrência, agravado pelo facto de não promover uma regulação responsável e independente”. Ao fazê-lo, agrava as desigualdades sociais e promove focos de riqueza absurda. Não vai acabar bem.”

O Diário de Notícias, sempre disponível para transformar um tweet de um qualquer político em notícia, apressou-se a noticiar a increpação do Dr. Rio, a propósito de uma peça anterior que revelava que os cinco maiores bancos portugueses lucraram mais de meio milhão de euros por hora entre Janeiro e Junho. Números grandes, indignação fácil, título garantido. Falta, como é hábito nestes exercícios de indignação de circunstância, uma coisa insignificante: perceber do que se está escrever.

man writing on paper
Foto: Scott Graham

Convém começar por uma pergunta simples e, ainda assim, incómoda: será que Rui Rio sabe o que é capitalismo? Porque aquilo que descreve – acumulação sem concorrência, ausência de regulação, focos de riqueza absurda gerados pelo mercado livre – não é capitalismo, mas antes a caricatura que se ensina a quem nunca teve de gerir um risco, arriscar capital, nunca teve de emitir uma acção, nunca teve de convencer um depositante a confiar-lhe as poupanças de uma vida.

Capitalismo não é ausência de regras nem selva sem lei; é, na sua essência, acumulação de capital, sacrifício de consumo presente – poupança – canalizado para actividades produtivas, através de um sistema de preços livres capaz de medir, com rapidez e honestidade, se esse capital está a ser bem ou mal afectado.

Se está bem afectado, florescem estradas, fábricas, hospitais privados e universidades; se está mal afectado, o mercado pune com falências. Para que este mecanismo funcione são necessários preços livres, bolsas de valores que reflictam informação em tempo real, e a possibilidade de o lucro e o prejuízo circularem em liberdade, como sinais, e não como pecados a redimir por painéis de “regulação responsável e independente”, entidade tão indefinida quanto conveniente para quem nunca precisou de a definir.

round gold-colored rupee coins and banknotes
Foto: rupixen

Aqui reside a ironia que o próprio Rio, contabilista de formação, deveria ser capaz de reconhecer sem grande esforço: passou a vida quase inteira como receptor líquido de impostos – funcionário público, autarca, deputado, líder partidário –, sem nunca ter arriscado capital próprio num negócio que pudesse falir na semana seguinte. Compreende-se, vindo de onde vem, que confunda capitalismo com aquilo que mais odeia nele, a concentração; o que não se compreende é que ignore que a concentração não é filha do mercado livre, mas daquilo que Rio pede em maior dose, a regulação.

Vejamos, então, os lucros da banca que tanto lhe perturbam o sono. Que capitalismo é este, afinal, em que os preços mais importantes de toda a economia – as taxas de juro – não são fixados pelo encontro livre entre aforradores e investidores, mas por um painel de burocratas em Frankfurt que decide, em reunião, qual deve ser o preço do dinheiro para trezentos e quarenta milhões de pessoas?

Um punhado de gente acha que sabe, melhor do que milhões de agentes económicos dispersos pelo continente, qual é a preferência temporal colectiva da Europa. Isto não é mercado; é planificação central. Para que os empresários afectem o capital com acerto – decidam investir, contratar, expandir –, precisam de dois instrumentos que a banca central não lhes dá: moeda séria e preços livres. Sem isso, tomam decisões erradas não por serem maus gestores, mas porque o sinal que recebem está adulterado na origem.

people sitting on chair in front of table while holding pens during daytime
Foto: Dylan Gillis

O Banco Central Europeu e os bancos comerciais por si supervisionados criam dinheiro do nada, todos os dias: o primeiro quando imprime numerário e cria reservas, os segundos quando criam depósitos através de simples partidas dobradas contabilísticas – e aqui Rui Rio, por ser contabilista de formação, não tem desculpa para desconhecer do que se trata.

Um empréstimo concedido não é dinheiro que já existia a circular à espera de dono; é dinheiro que nasce no preciso instante em que o banco lança um crédito no activo e um depósito no passivo, operação a que se chama criar moeda e que constitui o oposto exacto de poupança real.

O resultado é previsível: as taxas de juro do crédito descem por via artificial, sinalizando aos empresários que existe poupança que, de facto, não existe; a estrutura produtiva alonga-se para além do que a poupança real permitiria sustentar, investem-se em projectos que só fazem sentido enquanto o crédito continuar barato, e mais cedo ou mais tarde, quando a torneira aperta, esses projectos revelam-se erros de cálculo.

Não são apenas os maus investimentos o problema: é também a inflação brutal que esta criação desenfreada de moeda gera. O euro perdeu cerca de 93% do seu valor face ao ouro desde que foi criado, o que significa que os lucros bancários que tanto perturbam o Dr. Rio estão denominados numa moeda que se desvaloriza de forma permanente e estrutural – e que levanta, por conseguinte, a hipótese de que boa parte desse “meio milhão por hora” seja, em termos reais, bastante menos assustador do que parece.

a pile of money sitting on top of a table
Foto: Dillon Groves

Pode ser fumo contabilístico tanto quanto pode ser lucro genuíno; sem corrigir pela desvalorização monetária, ninguém sabe ao certo, e Rio não fez essa conta antes de escrever o tweet. Há ainda um efeito mais perverso e menos falado, o efeito Cantillon: durante a suposta pandemia – e aqui o Dr. Rio parece ter andado com particular distracção – o BCE expandiu o seu balanço em mais de quatro biliões de euros, dinheiro que não cai do céu de forma equitativa sobre todos os comuns mortais ao mesmo tempo, mas que entra primeiro pelas mãos de quem está mais próximo da torneira: burocratas, políticos como o Dr. Rio, plutocratas financeiros e a banca, que cobram juros e margens sobre dinheiro criado do nada antes de os preços gerais subirem.

Os últimos a sentir o efeito são, sem falha, os assalariados e os pensionistas, que só vêem os preços da mercearia e da renda dispararem quando o dinheiro novo já produziu fortunas a montante – as desigualdades sociais que tanto indignam o Dr. Rio. Se há alguém a ser lesado com regularidade por este mecanismo, não é a banca; são os pobres!

Se o Dr. Rio insiste em falar de “acumulação” quando na verdade quer dizer “concentração”, convém corrigir-lhe o vocabulário e, já agora, o diagnóstico: a concentração não é filha do mercado livre, é filha directa da regulação – de qualquer regulação, seja “responsável e independente” ou não.

Professor writing mathematical formulas on a chalkboard.
Foto: Vitaly Gariev

A regulação mata a concorrência com uma eficácia que nenhum cartel privado alguma vez conseguiu igualar; mata o concorrente novo, que não tem escala nem capital para suportar centenas de páginas de exigências de cumprimento normativo antes de emitir o primeiro cartão de débito; mata o pequeno banco regional, incapaz de financiar um departamento jurídico e um departamento de prevenção de branqueamento de capitais à escala de um Millennium ou de um Santander; e deixa apenas os grandes de pé, os mesmos, e não por acaso, que Rio acusa de acumular riqueza absurda, sem perceber que foi o Estado, através da regulação que pede em maior dose, quem lhes limpou o caminho da concorrência.

As reservas fraccionárias e a criação de moeda do nada funcionam na mesma direcção exacta: quanto maior a quota de mercado de uma instituição, maior a sua capacidade de absorver dinheiro novo antes da concorrência, e maior a escala a que eventuais fraudes e erros de gestão podem ocorrer sem que ninguém dê por isso a tempo. Não é o mercado livre que produz o “demasiado grande para falir”; é a própria arquitectura regulatória e monetária que o Dr. Rio quer reforçar.

Se o Dr. Rio acha mesmo que falta “regulação responsável e independente”, como se a banca portuguesa operasse hoje num “faroeste desregulado”, propomos-lhe um exercício muito mais produtivo do que mandar umas bocas de bancada a partir da sua conta no X: que arregace as mangas e abra o seu próprio banco; seja concorrência e retire os “lucros superlativos” aos malvados bancos indevidamente regulados.

person holding fan of 100 us dollar bill
Foto: Igal Ness

Não é preciso ir mais longe do que os requisitos formais em vigor em Portugal, a 5 de Agosto de 2026, para perceber a dimensão do empreendimento. Precisará de autorização final do Banco Central Europeu, mediante instrução do processo pelo Banco de Portugal, com prazo legal de seis a doze meses, supondo que o processo seja tratado como “completo” à primeira tentativa, coisa pouco comum.

De capital inicial formal de 17,5 milhões de euros, sabendo à partida que este número é, em regra, insuficiente, porque o supervisor calculará o capital real necessário em função das perdas previstas nos primeiros anos, da velocidade de crescimento e dos cenários adversos, podendo, sem grande dificuldade, exigir 30, 50 milhões de euros ou mais!

De comprovação exaustiva da estrutura accionista até às pessoas singulares, da origem lícita de todo o capital e da ausência de financiamento circular; de um programa de actividades completo, com projecções plurianuais em cenário base e em cenários adversos de balanço, resultados, capital, liquidez e imparidades.

De um conselho de administração inteiro submetido a avaliação de idoneidade, experiência, independência de espírito, disponibilidade de tempo e adequação colectiva, não bastando a boa vontade de quem já geriu uma câmara municipal ou um partido político como o PS-2.

De um sistema completo de prevenção de branqueamento de capitais, com avaliação de risco, diligência reforçada para clientes de risco elevado e pessoas com exposição política, monitorização contínua e comunicação obrigatória de operações suspeitas.

a black and white photo of a man in a suit
Foto: 550Park Luxury Wedding Films

De rácios de solvência muito acima dos mínimos formais de 4,5% de Fundos Próprios Principais de Nível 1, uma vez somados o amortecedor de conservação de capital, o amortecedor contracíclico e as exigências específicas impostas no âmbito do Pilar 2, podendo, sem grande esforço, ultrapassar os 10%.

De cumprimento simultâneo do Rácio de Cobertura de Liquidez (LCR) e do Rácio de Financiamento Estável Líquido (NSFR), ambos com um mínimo de 100%, exigindo activos líquidos de elevada qualidade e financiamento estável em permanência.

De conformidade plena com o Regulamento Europeu de Resiliência Operacional Digital (DORA), incluindo inventário tecnológico, gestão de fornecedores, testes de continuidade e comunicação de incidentes graves.

E, por fim, de um plano de recuperação e de um plano de resolução, com eventual sujeição ao Requisito Mínimo de Fundos Próprios e Passivos Elegíveis (MREL), para garantir que, se o projecto correr mal, seja o próprio banco, e não o “contribuinte” – os pagadores líquidos de impostos, classe da qual o Dr. Rio não faz parte –, a absorver as perdas.

Só depois de cumprido tudo isto – e ainda assim sem garantia de rentabilidade – poderá o Dr. Rio, com legitimidade, queixar-se de que a banca tem “lucros fáceis”. Até lá, a ironia mais deliciosa de todo este episódio é que a reserva mínima de 1% sobre certos depósitos, aquela peça do sistema financeiro que mais se presta à caricatura popular do “banco que empresta o dinheiro que não tem”, é, com toda a probabilidade, a componente menos determinante de todo o edifício regulatório.

Glasses and pens on a notebook
Foto: Harshit

O verdadeiro travão à criação de crédito não é uma percentagem simbólica gerida pelo Eurosistema, mas a montanha de capital regulamentar, ponderações de risco, exigências de liquidez, financiamento estável, supervisão permanente e capacidade operacional que qualquer promotor sério tem de escalar antes de emprestar o primeiro euro.

O Estado não proíbe, por via directa, a banca de transformar poupança em crédito; torna, isso sim, cada euro dessa transformação refém de centenas de páginas de normas, modelos, notificações e avaliações – e depois manda um ex-líder partidário ao X queixar-se de que o sistema produz “demasiada concentração e demasiado lucro”.

Não, Dr. Rio: o que “não vai acabar bem” não é o capitalismo que o senhor descreve, porque esse capitalismo, tal como o descreve, não existe, pura e simplesmente, em lado nenhum da banca europeia. O que não vai acabar bem é continuar a diagnosticar doenças do mercado livre num paciente que, na verdade, sofre de intoxicação regulatória e fraude monetária crónica, administrada, adivinhe por quem, pelo próprio Estado que o senhor serviu a vida inteira.

Luís Gomes é gestor (Faculdade de Economia de Coimbra) e empresário "