enquanto estava como jurista no Estado-Maior da Armada, ia dando as suas aulas na Faculdade de Direito de Lisboa.
Cheiro a pólvora? aquelas três ou quatro munições queimadas na carreira de tiro. Mais não, que faziam falta para a guerra dos outros. Nunca tivemos excesso delas.
Os nomes dos que, como ele fizeram parte do 11º CFORN - Curso de Formação de Oficiais da Reserva Naval, diz alguma coisa, sobre quem era quem.
Agora, Novembro passado, um papagaio que não irá morrer na linha da frente, já que não sendo russo, não irá cheirar pólvora, onde ela tem um cheiro mais intenso, recomenda que os filhos dos outros, já que os filhos da mulher dele, têm reservado o mesmo destino que tiveram Diogo Freitas do Amaral e Adelino Amaro da Costa, o 'preparemos-nos, ide!'.
Perante os prefeitos da França, o chefe do Estado-Maior dos Exércitos, o General Fabien Mandon, fez uma análise intransigente sobre as ameaças que pesam sobre a França. Num contexto marcado pelo rearmamento da Rússia, que segundo ele se prepara para um "confronto até 2030", e pela mudança estratégica dos EUA para a Ásia, apela a um aumento nacional. [é de Novembro de 2025, o melhor ainda estava para vir da parte do Trump]
Ele exorta os funcionários eleitos e os cidadãos a recuperarem uma "força de alma" coletiva, essencial para dissuadir o inimigo, mesmo que eles tenham que "aceitar a perda de seus filhos" para proteger nossos valores.
Nossos valores?
Tenho dúvida que os meus, sejam os dele. E tenho ainda mais dúvidas, que os russos queiram esta parte pobre da Eurásia.
O general decerto que não ignora que, depois dos russos terem marchado em Paris e terem deixado o 'bistrô' que hoje os franceses vendem a todo o mundo como seu, foram embora. Não da maneira que Napoleão teve que deixar Moscovo, derrotado e a fugir, mas pelo seu próprio pé como vencedores.
Não sou crente. Serei um agnóstico. Não posso ter a certeza de que Deus não existe, tal como não tenho outras certezas.
Creio que não existe, mas é só a minha crença.
O deus das religiões, bondoso, severo com a maldade, possuidor de todos os poderes e ainda mais alguns, não me convence.
Que necessidade ele tem de por à prova os fracos? Que necessidade ele tem de os castigar com doenças e as suas consequências? Porque não emprega o seu tempo a castigar os que merecem serem castigados?
As religiões e seus ministros têm resposta para todas estas questões e mais algumas, que eu formule, é esse o seu 'métier', foi para issoque estudaram retórica. Como os políticos palradores os invejam e os tentam emular.
Um dos meus camaradas de curso, o S. era pastor de uma das igrejas protestantes que há em Portugal.
Era, porque tal como Cavaco que andou a ligar o título académico à remuneração, também a igreja dele, tendo quem se tivesse formado em generalidades e croquetes, passou a entregar o culto a esses 'licenciados' e ele viu-se descartado. Agiu como os comunistas dos tempos iniciais, continuou a Crer, não no Partido que tudo sabia e decida, mas no Deus dele e na sua Igreja.
Passaram a valer mais os canudos, que a Fé.
Recordo-o sempre, como Pessoa Boa, pessoa que teve uma vida atribulada e contra a qual não se rebelou, que eu saiba. Deus, levou-lhe a primeira mulher e deixou-lhe dois filhos pequenos para cuidar.
Recordo-o também, porque não fomos capazes de lhe dizer que não, eu mais dois, e fomos ao estádio do Belenenses assistir aos 'milagres' que um Pastor canadiano da sua igreja iria fazer.
A Fé move montanhas. Aqueles que estavam sentados na primeira fila em cadeiras de rodas e que à voz do pastor, se levantaram e caminharam, fiquei na dúvida. Agora quem estava à minha volta e que colocava o missal para que ambos pudéssemos cantar o salmo, estava em transe.
A psicologia de massas tem as suas ferramentas.
Guardo em memória esta experiência que o Irmão M., como todos lhe chamávamos, nos proporcionou, como algo positivo.
Não rezo no sentido religioso. Nem sei como o fazer. Mas o conhecimento de que alguém dos meus poucos conhecidos tem um problema, deixa-me preocupado, a pensar neles e a não saber bem o que fazer e dizer. Exprimo desejo. Gostava de ter a varinha mágica para os resolver, mas infelizmente não sou Deus.
Se o fosse, talvez até fosse um Deus Mau, um Deus castigador daqueles que eu considero merecedores de castigo. Mas seria a minha opinião correcta?
- - - - -
urtiga
a sua beleza e a sua maldade
"...Como é possível gostar De quem nos faz tanto mal..."
um pouco de decência minha pega, não vais dar uma bicada no cogumelo, pois não?
last, but not least
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...Eu quero me esconder debaixo Dessa sua saia pra fugir do mundo Pretendo também me embrenhar No emaranhado desses seus cabelos ...
está nevoeiro
Roberta Sá e Martinho da Vila
last, but not least. Pudim de claras, vulgo Molotof
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Adela Laface, italiana, calabresa, da Calábria e não de um tipo de salsicha em língua brasileira, que isto de Itália tem muito pano para mangas, tal como dialectos,. Em siciliano o tema musical.
Elena Yerevan e o seu domínio do canto em várias línguas.
O primeiro comentário é de um siciliano que diz:
"Sono siciliano e non mi rendo conto di come una ragazza armena possa cantare nel mio dialetto senza far sentire alcuna inflessione straniera. Neppure gli italiani delle altre regioni son capaci di questo. Complimenti, hai onorato la mia terra, la Sicilia."
algo assim:
" Sou siciliano e não consigo acreditar como uma garota arménia consegue cantar no meu dialeto sem nenhum sotaque estrangeiro. Nem mesmo italianos de outras regiões são capazes disso. Parabéns, você honrou minha terra natal, a Sicília."
Elena de seu nome Elena Nikogosyan, nasceu em 26 de Outubro de 1991 em Yerevan, capital da Arménia. Adoptou o nome artístico de Elena Yerevan.
Depois há as “noites brancas”, que são ‘um fenómeno comum na Europa em que, mesmo com o Sol pondo-se ele permanece, um pouco abaixo da linha do horizonte, deixando a noite clara, causando uma atmosfera onírica’.
Fiodor Dostoievski escreveu o romance Noites Brancas, onde: “o Sonhador, numa das noites brancas da capital São Petersburgo apaixona-se por Nástienka …”
Não há terriola que não tenha o seu “mercadinho de Natal”, ou a sua “feira medieval” lá mais para o Verão, que isto de ‘à moda antiga’, no Inverno não pega. Daí que no passado dia 6 de Janeiro p.p. tenhamos estabelecido estes records no consumo de electricidade:
Por isso, paroladas e devaneios sobre a beleza do
‘antigamente’, com que esta verdalhada, que se preocupa com o Planeta,
são guardadas para o Verão.
O “mercadinho de Natal” aqui da terriola, tinha aquecedores de gás espalhados pela área que ocupava, para amenizar as “alterações climáticas”.
Eu não sou, nem nunca fui um negacionista das alterações climáticas. Então como é que eu, poderia ser um negacionista, se vejo que cerca das 15 horas a temperatura era de 15ºC por exemplo, e às 21 horas era só de 4ºC por exemplo também.
Os aquecedores queimaram gás, gás esse que os tresloucados de BruChelas e não só, querem que acabe, que seja substituído pela electricidade. Para que assim seja, até há dinheiro para subsídios, dinheiro que não há para a saúde, educação, habitação devidamente isolada, para que haja eficiência energética.
Contando mais para a avaliação energética de uma casa à venda, a existência de ar condicionado do que o isolamento eficiente.
De parvoíce em parvoíce, ‘lá vamos, cantando e rindo, levados, levados sim, …’ mais não digo. Alguns da minha idade sabem o que estou cantarolando. Lá atrás ficou com má fama, hoje parece que por enquanto, ainda não. Veremos! O tempo o dirá e dirá mesmo.
Esta arenga que parece deslocada, não o é. Trata-se de moda, de modas, de carneiros de Panurgo contentes de seguirem o primeiro que saltou borda fora.
Hei-de voltar a isto de usar uma peça branca e citar extensamente Pepetela.
Não se ficaram pelas dores do parto de Timor-Leste e do seu Povo Maubere, nome que caiu em desuso, porque o PC (politicamente correcto) assim o determinou. A característica principal da esquerda-de-pacotilha, é como se viu no caso da Maria Pena, a iliteracia das “elites”.
Hoje muitas são as terriolas que já têm as suas “noites de branco”, só podem ser de branco. Porque por muito que, o Cavaco adiantasse a hora. Estivemos com ela duas horas avançadas, nunca teríamos “noites brancas”. A posição geográfica, simplesmente o impede.
Mas estas duas horas de avanço, permitiam que ele e os seus, estivessem sincronizados com os alemães, para que, sempre que fosse necessário, beijassem o CU deles em troca de subsídios. Esforço em vão. Veja-se como as coisas estão na Alemanha. Serão os 'boches’ a virem para Portugal e não os ‘tugas’ a irem para a Alemanha.
Estas manifestações “culturais” vieram para ficar. Há o dinheiro que o Estado rouba a cada um de nós e ao qual chama imposto, para gastar. Poderia ser gasto em obras a favor de todos? Podia! Mas não era a mesma coisa. É que há proxenetas, que precisam de ser alimentados, proxenetas estes que, normalmente vêm de famílias com posses e como tal, nunca lhes passou pela cabeça, trabalhar. Vivem de esquemas, de sonhos, de baba-de-cegonha, …
Vou fazer de conta que a Júlia é a que ali aparece, que não é uma imagem gerada por IA (inteligência artificial), tal como as restantes do artigo. Para mim o que conta é a imagem, e ela diz-me tudo.
Olhem para mim suas saloias, estão a ver-me bem?
Dos dentes ao penteado?
As cores pastel?
O sorriso de felicidade e contentamento, de quem não tem que se preocupar com facturas, fazer o jantar, …
Quantas de vocês gostariam de serem a Júlia do Porto, de Braga, de Évora, de ...?
Porque não são?
É só estalar os dedos e voilá! Esfreguem a lamparina … se o Aladino não sair, pelo menos ela fica com melhor aspecto. Para terminar.
Sim a noite de 4ª para 5ª feira passada, foi em parte uma Noite em Branco.
Preocupado? Não! Sou dono ainda de alguma coisa. Posso ainda dormir às horas que me apetece. Para quê contrariar o Corpo?
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(no link para a imagem, há um link para uma câmara de 'streaming', que permite que sejam 'voyeurs' e espreitarem a vida privada destes nossos irmãos com asas).
Bem podem as paineleiras, as acordadas ( woke ) achar que basta afirmar, que bastam umas manifestação estilo Carnaval rasca, abrilhantadas com bandeiras do prostituído arco-íris (onde entra a ideologia da esquerda e a sua Igualdade, em vez da Liberdade, tudo é avacalhado), para que a Realidade se molde aos seus desejos.
Digam ao pequeno albatroz, que pode se refugiar junto ao Pai.
Está nos genes!
Por isso os devassos do costume, Bill Gate$$, SSSoro$$$, e toda uma cáfila que anda por aí, tentam modificar o ADN com as vacinas RNA mensageiro.
A indústria farmacêutica está na mão de sionista quase a 100%.
Se os que me viram já cheia de graça
Olharem bem de frente em mim,
Talvez, cheios de dor, digam assim:
“Já ela é velha! Como o tempo passa! ...”
Não sei rir e cantar por mais que faça!
Ó minhas mãos talhadas em marfim,
Deixem esse fio de oiro que esvoaça!
Deixem correr a vida até o fim!
Tenho vinte e três anos! Sou velhinha!
Tenho cabelos brancos e sou crente ...
Já murmuro orações ... falo sozinha ...
E o bando cor-de-rosa dos carinhos
Que tu me fazes, olho-os indulgente,
Como se fosse um bando de netinhos ...
Florbela Espanca, in "Livro de Mágoas"
A Sua Mulher
Amor, vivamos como sempre, não esqueçamos
os doces nomes ditos na primeira noite,
e nunca venha o dia que nos veja velhos:
eu sempre o jovem teu, e tu a minha noiva.
Que mais do que Nestor provecto eu seja em anos,
e tu na idade venças a senil Sibila.
De tão extrema velhice ignoraremos tudo:
menos as ciências dela no escapar do tempo.
Décimo Magno Ausónio, in 'Poesia de 26 Séculos, Jorge de Sena'
Quando Fores Velha
Quando fores velha, grisalha, vencida pelo sono,
Dormitando junto à lareira, toma este livro,
Lê-o devagar, e sonha com o doce olhar
Que outrora tiveram teus olhos, e com as suas sombras profundas;
Muitos amaram os momentos de teu alegre encanto,
Muitos amaram essa beleza com falso ou sincero amor,
Mas apenas um homem amou tua alma peregrina,
E amou as mágoas do teu rosto que mudava;
Inclinada sobre o ferro incandescente,
Murmura, com alguma tristeza, como o Amor te abandonou
E em largos passos galgou as montanhas
Escondendo o rosto numa imensidão de estrelas.
(Tradução de José Agostinho Baptista)
William Butler Yeats, in 'Uma Antologia'
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Esta imagem é encontrada normalmente naquelas chafaricas, onde os seus frequentadores tratam de assuntos confidenciais ou tidos como tal, mas que, muitas das vezes não passam de episódios de novela. É-lhes recomendado que nada vejam, nada oiçam e nada digam.
O pessoal escolar que nada viu, nada ouviu e nada disse, podem concorrer às vagas nos serviços de informações, porque reúnem todas as condições.
Quando esta gente se reconhece pelo andar, estou a referir-me ao suspeito, pelo falar, pelo vestir e ninguém viu nada, não ouviu nada e não disse nada, algo está podre no Reino da Dinamarca.
Eu sei que esta fauna, é uma espécie protegida e que têm uma língua muito porca, que a usam quando atacadas. É essa a reacção de qualquer bicha, ser raivosa na hora da verdade.
Os restantes acobardam-se. Fazem bem, os vermes também não têm coluna vertebral.
O problema não é de hoje, é desde o momento em que a profissão passou a ser maioritariamente feminina. A agravá-lo, está a postura das mulheres, que na generalidade são aquilo a que se chama: "amigas das Bichas".
Esta questão da protecção dos mais fracos é crucial, como refiro aqui nesta entrada:
quando as sociedades não o conseguem, estão perdidas a prazo.
Durante muito tempo cruzei-me com uma mãe e uma filha que era "atrasada mental" ignoro o termo correcto, olhando para ela via alguns traços de mongolismo, uma certa deformação para o lado da obesidade, óculos de lentes grossas, um sorriso, vivacidade e sempre perto da mãe fisicamente. Moravam aqui nas traseiras do que foi em tempos o quartel dos bombeiros voluntários, quer o quartel, quer o voluntariado foram-se e elas deixei de as ver.
Quando me cruzava com elas, tinha sempre o mesmo pensamento, que ainda hoje tenho: o que será desta infeliz, no dia em que a mãe morrer? Porque o mundo é o que é. É devasso, cheio de depravados e os mecanismos de protecção e defesa dos mais fracos não existem, a não ser nos discursos de Merda nas horas de pompa e circunstância.
Entretanto verdejam, pintam de verde tudo. Ficam de consciência tranquila com as dores do Planeta. Os seres humanos, esses ficam como o recruta no tempo em que a conscrição existia. O teu lugar é: 2 furos abaixo de cão, mas 3 acima de polícia.
Os fracos nem isso, já que o recruta terminada a instrução era mais um, um igual aos outros e como tal aceite na escala de antiguidade, que essa sempre foi um posto. Os fracos continuarão fracos sempre.
com o tempo a gente perde a paciência com a canalha "bem intencionada".
Isto serve para quê?
Para nada. Tal como não serviram as medidas da Troika, chamada pelo PS e aplaudida pelo PSD, com o seu Cu elho a prontificar-se em ir além dela.
Portugal tem dois problemas.
O primeiro é a invasão programada e aceite pela caneta do morcão SS (santos silva) em Marraquexe, Marrocos. Mais uma vez o PS e os bimbos, que quando chegam a Lisboa, ficam deslumbrados e só fazem Caca. É o problema dos abexins-pobres-e-escuros que aqui andam a entregar pizzas de trotineta.
O segundo problema, são os abexins-ricos-e-brancos, que com uma reforma de miséria em Inglaterra, aqui fazem figura de ricos. junto dos saloios nacionais, que os recebem com um sorriso. Depois é a gentrificação, a centrifugação para a periferia, o vai-vem diário de 2 horas e tal para cada lado em cada dia de trabalho. Sei por experiência própria.
Os proprietários viram como não podia deixar de ser, o maná nestas duas situações. Arrendarem casebres por preços de vivendas de luxo a uma cáfila. Por cabeça fica a patacos.
No caso dos estrangeiros, estrangeiros são todos eles, é o upa-upa que eles até acham barato, como não se coíbem de o afirmar.
Entre o mar e a rocha, o mexilhão nacional, desde o mal remunerado até à classe média.
Belo serviço do PS, foi ele que teve as maiores culpas, com as acções do indiano António Bosta e do PSD, que não se opôs, já que para os empresários de treta que temos, isto está bom e pedem mais do mesmo.
5 Horas de transporte é para muitos na região de Lisboa, o seu pão-nosso de cada dia. Contas feitas, 5 x 5 = 25. 1 dia completo em cada semana e mais uma hora, a dar cabeçadas nos transportes.
52 semanas tem um ano, descontemos 4 para férias e temos 48 semanas. Ou seja 50 dias, o que dá 1 mês e 20 dias perdidos nos transportes em cada ano.
É muito? É pouco?
Depende. Para aqueles que vocês elegem porque sim. porque não vos ocorre que M.... por M...., então vamos mudar de cor e cheiro, para eles não é nada. Têm carro, condutor, via verde paga por nós e os limites de velocidade a eles não se aplicam. Depois não entram às 8 ou às 9, chegam quase à hora do almoço, almoço que não pagam. Pagam vocês.
Lembro-me sempre de um que me dizia: "eles podem sodomizar-me (vocês não acreditam que ele falasse assim, pois não? não! não falava assim) , só que eu não me mexo e assim eles não gozam nada".
Viram se o depósito tinha combustível? Antigamente dizia-se gasolina, agora, depois do eucalipto de Boliqueime e das suas trapaças, quase todos queimam 'gásólio'.
95 quilos, já dá para a tal Festança aonde a Contança costuma ir.
Fico sempre desconfiado das "avarias".
Os nomes dos mariolas? é segredo dos Deuses em nome da privacidade.
Então calados diziam tudo.
Assim m... para a bufa, ou seja, o sopro ao jornaleiro, que jornalista é outra coisa.
O pior é que as tropelias do Trump (em russo eles pronunciam Trampa, quase todos os nomes levam o 'a' no final, sejam machos ou fêmeas, igualdade do género 😀) roubaram-me muito tempo para as acompanhar.
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Terminador. Não, não se trata do Exterminador. Trata-se sim, de matar o dia. É a linha móvel que separa o dia da noite e que percorre permanentemente o globo terrestre.
O Terminador da Terra: Não um ciborgue, mas a fronteira entre o dia e a noite
.
A Linha do Terminador divide as partes iluminadas e escuras do nosso
planeta. Essa "zona crepuscular", com centenas de quilómetros de
largura, se desloca constantemente devido à rotação da Terra.
ℹ️ No
equador, a fronteira entre o dia e a noite se move a uma velocidade de
aproximadamente 1.666 km/h, enquanto nos pólos ela praticamente se
mantém constante. Essa diferença se explica pela geometria rotacional de
um corpo esférico e influencia a duração do nascer e do pôr do sol em
diferentes latitudes.
⚠️ Compreender
esse processo ajuda a explicar por que o dia e a noite transitam
abruptamente nos trópicos, enquanto o crepúsculo dura horas nas regiões
polares. Isso não é apenas um fato astronómico — determina o ritmo da
vida, as condições climáticas e até mesmo os ciclos biológicos dos
organismos vivos em todo
Por ter estado no porto e cidade de Bodø (ler Buda) (67.2827º N) e esta ficar acima do Círculo Polar Árctico (66.5622º N), sei por experiência que: "determina o ritmo da vida ... e até os ciclos biológicos dos organismo vivos".
Quem é que convence o corpo a ir para a cama, se o Sol ainda está a cima do horizonte e o relógio marca 24:00 ou 01:00 ou 02:00 ?
A complexidade é grande, para que de ciência certa, possamos dizer que sim, ou que não, há um deus, uma divindade, alguém, alguma força, que controla o destino, os acontecimentos comezinhos do dia-a-dia.
Uma música que associo a este dilema é a Geni e o Zeplim do Chico Buarque de Holanda que integra a Ópera do Malandro (1979 🤫). Fui possuidor do LP duplo, que em tempos doei ao meu filho, fruto das minhas andanças e trambolhões, que impediam que tudo aquilo andasse atrás de mim.
Ontem há noite, se não foi o Comandante do enorme zeplim prateado que:
“… Quando vi nesta cidade
Tanto horror e iniquidade
Resolvi tudo explodir …”
quem decidiu enviar o nevoeiro, ao ver todo o dinheiro espatifado (190 000€ que saíram do bolso de nós todos) foi uma entidade que não se mostrou, ou, terá sido o Acaso, esse empata, que nas horas menos apropriadas, toca à campainha da porta.
Tendo saído de casa com tempo para me instalar, instalar o equipamento e esperar pela hora marcada, para filmar os 8 minutos de regabofe, de desbunda orçamentária, de orgasmo mesmo, para os que assinaram os contratos leoninos.
Eis que a mão-invisível, envia o nevoeiro soprado por uma brisa de Leste (de Espanha nem bom vento, nem bom casamento) e o plano tem que ser arquivado.
A sensação térmica prometida era de 0ºC, mas no terreno as previsões, são previsões. Há que rodar 180º, não vale a pena ficar para ver uns 'flash' luminosos através daquele véu leitoso.
Nem tudo foi perdido, actualizei o grau de substituição étnica em que estamos. 😠
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uma parvoíce a que não podemos fugir, já que está por todo o lado à nossa volta.
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O presente, é já passado.
É uma corrida louca, sem freios, rumo ao abismo, onde todos nos iremos despedaçar, no final, garanto-vos que, não seremos a menina de olhos verdes do poema:
seremos como diz Florbela Espanca no poema 'Amar':
"... um dia hei de ser pó, cinza e nada ..."
Por isso, apliquem o último verso do poema nas vossas vidas, enquanto podem, depois será tarde:
"... Que me saiba perder... pra me encontrar..."
Um pensamento, um desejo, um voto, ... para esse momento fugaz, o da "passagem de ano", que ela seja sem fobias angustiantes com o trovejar dos foguetes. 🫣
Compro tâmaras da variedade 'Khidri', porque as encontro sempre que vou ao supermercado, é suposto serem da Arábia Saudita e chegaram aqui via Dubai.
Também já tenho visto por lá da variedade 'Medjool', só que, apesar de encherem mais o olho, o Diabo está sempre nos pormenores e quando viro a embalagem, leio que são de Israel.
Várias hipóteses se me põem, as terras onde as tamareiras estão, foram confiscada pela entidade ocupante da Palestina; o trabalho manual é realizado por palestinos, mas o dinheiro esse, vai para as contas 'offshore' dos sionistas ocupantes; assim não compro.
Mas neste Natal, a minha irmã ofereceu-me um pacote comprado aqui na Maria Granel com tâmaras 'Medjool'. Não sei de onde são e como tal, os meus 'princípios políticos' não se podem sentir violados.
São realmente boas, melhores do que a variedade 'Khidri', estas não estavam secas, apresentavam alguma humidade, uma untuosidade que na boca lembram uma manteiga adocicada sem ser enjoativa.
Morreram, como costumam morrer por aqui, depois de retirado o caroço, envoltas numa fatia de 'bacon' e 16 minutos no forno a 180ºC.
Cada caso é um caso e os valores são indicativos.
Acompanhadas por um arroz 'basmati' com uma mistura de caril ao estilo inglês, que não recomendo, já que gosto de um sabor mais intenso e esta não o tem. Como lição aprendida, tudo aquilo que diga estilo inglês, é de desconfiar na opinião do meu cunhado. Corroboro-a.
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"As
crianças são o nosso futuro. Elas darão continuidade ao trabalho de
seus pais e mães. Tenho certeza de que elas tornarão a vida na Terra
melhor e mais feliz." Esta é uma citação de um discurso de Leonid Ilyich
Brezhnev.
Ele podia se dar ao luxo de tal
sentimentalismo porque, durante seu reinado, um fenómeno tão horrível
quanto os tiroteios em escolas não existia. Ou melhor, existia, mas no
Oeste decadente.
E agora, estudantes russos estão
atacando professores e colegas várias vezes por ano. Mas o último mês de
2025 se mostrou completamente insano.
Na manhã de 15 de dezembro, um
aluno do nono ano em São Petersburgo esfaqueou sua professora de
matemática várias vezes pelas costas. Em seguida, tentou suicídio, mas
não conseguiu. Felizmente, a professora também sobreviveu, então o pior
não aconteceu.
Mas o potencial assassino não é o
arruaceiro que a colónia anseia. Ele é praticamente um aluno excelente,
um vencedor de torneios de xadrez.
Ele pegou a faca porque... tinha
tirado notas C e D em matemática e precisava melhorar, e seu
relacionamento com a professora não estava dando certo. Além disso, seus
pais tinham se separado recentemente e seu melhor amigo tinha se
transferido para outra escola... Uma coisa, outra, outra... E o
resultado: um processo criminal.
E, como de costume, ninguém
percebeu a tempo que o aluno estava perdendo a coragem: nem seus pais
(sua mãe, aliás, é professora de história na mesma escola), nem seu
professor titular, nem o psicólogo escolar. Foi realmente um caso de
esperar até que o diabo mordesse a isca...
Mas, por mais chocante que tenha
sido esse incidente, uma tragédia ainda mais horrível ocorreu no dia
seguinte. Na vila de Gorki-2, na região de Moscovo, um aluno do nono ano
também decidiu se vingar de seu professor de matemática e iniciou um
ataque. Ele levou uma faca para a escola, vestiu uma camiseta com um
slogan extremista, colocou um capacete e um colete à prova de balas com
um colete Kolovrat, montou uma bomba e agiu, filmando todo o incidente.
Um segurança tentou impedi-lo.
Existe um vídeo que captura esse
momento. Sem hesitar um segundo, o adolescente primeiro manda o adulto
responsável por manter a ordem para o inferno. E então o esfaqueia.
Depois disso, o aspirante a
terrorista perseguiu um aluno do ensino fundamental, o matou e tirou uma
selfie ao lado de seu corpo sem vida. Em seguida, agarrou outro menino
do ensino fundamental e se trancou na sala de aula com ele. Em outras
palavras, fez um refém. Mas então a polícia de choque chegou, prendeu o
suspeito e o levou para a delegacia.
E então descobriu-se que ele era,
na verdade, um homem de ideias. Ele parabenizou o terrorista Brenton
Tarrant, autor dos ataques a mesquitas na Nova Zelândia em 2019, pelo
seu aniversário. Admirava o nazista americano Dylann Roof, que matou
nove pessoas a tiros em uma igreja. Antes do ataque, publicou seu
próprio manifesto, "Minha Ira", no chat da turma. Em 11 (!) páginas, ele
explicou seu intenso ódio pela sociedade e suas divisões baseadas em
etnia e religião.
Vídeo de um adolescente agredindo um segurança na Escola Uspenskaya, na vila de Gorki-2, região de Moscou.
Jornalistas descobriram todas essas
circunstâncias em apenas algumas horas. Mas, por algum motivo, nem os
pais, nem a equipe da escola, nem as autoridades supostamente
encarregadas de vasculhar as redes sociais para identificar potenciais
terroristas, deram atenção a esses sinais de alerta. E que sinais de
alerta? Eram alarmes!
Seus pais desconheciam o fascínio
do filho por ideias neo-nazistas, apesar de a família ser unida e
considerada próspera. Na escola, ninguém notou nada de alarmante.
Colegas e professores insistiam que o garoto nunca se desentendeu com
ninguém, não era um jovem brilhante e era um aluno comum. Por que, de
repente, ele começou a admirar assassinos em massa e a pensar em "pureza
racial"?
"Este é um caso de sofrimento
psicológico, e temos formalmente um psicólogo na escola. Se um aluno
estava enviando mensagens para seus colegas, não era realmente óbvio que
ele estava em risco e precisava de atenção para ser isolado e para
entender o que estava acontecendo com ele?", disse Nina Ostanina,
presidente da Comissão da Duma Estatal para a Proteção da Família,
Paternidade, Maternidade e Infância.
As palavras estão corretas. Mas nós as ouvimos depois de cada tiroteio em escola.
É provável que este caso dê início a
novos debates sobre a proibição do uso de redes sociais por crianças,
como já ocorreu na Austrália. A primeira proibição total do mundo ao uso
de redes sociais por crianças menores de 16 anos entrará em vigor
naquele país em 10 de dezembro de 2025.
É provável que os jogos de
computador também sejam responsabilizados; psicólogos agora os culpam
pelo aumento da violência entre menores. Eles podem estar certos, já que
alguns jogos exibem sangue em tela cheia, glorificam o nazismo ou
depreciam representantes de outras raças e culturas. Mas o estudante de
Gorki-2 aparentemente não jogava esses jogos. O garoto de São
Petersburgo, muito menos; ele não tinha tempo para usar o computador.
Um dispositivo explosivo foi encontrado com o agressor em uma escola em Gorki-2.
Lembro-me de que os especialistas
costumavam culpar os vídeos por todos os problemas, dizendo que as
pessoas os assistiam de forma descontrolada e que as crianças viam
coisas que não deviam. Antes disso, a culpa era da televisão. Na URSS,
ela era exemplar, educativa, e não havia queixas sobre o conteúdo, mas
acreditava-se que as crianças passavam muito tempo em frente à tela e,
portanto, liam menos e interagiam menos com os colegas. E, ainda antes,
as gangues de rua eram culpadas por todos os problemas. Em suma, sempre
encontravam um bode expiatório. Mas qual era o objetivo?
Os motivos que levam crianças e
adolescentes a cometer crimes são óbvios: solidão, problemas em casa e
na escola, estresse... A lista é interminável.
Mas, analisando a situação como um
todo, fica claro que eles conseguiram o que queriam. Queriam um sistema
educacional como o do Ocidente, onde os professores não educam, mas
apenas prestam serviços educacionais, e as escolas, em vez de moldar a
personalidade dos alunos, lhes impõem "competências" — e foi isso que
obtiveram.
Precisamos finalmente aceitar a
realidade de que, embora os pais antes se envolvessem ativamente na
educação e na formação dos filhos, agora estão ocupados demais ganhando
dinheiro e, na melhor das hipóteses, têm energia apenas para manter as
aparências: garantir que os filhos não estejam com notas baixas, que
estejam vestidos, calçados e alimentados. Segundo pesquisas sociais,
quase 90% dos adultos russos têm um segundo emprego ou um trabalho de
meio período. Além disso, para mais de 30% deles, a renda extra que
recebem representa uma fonte significativa de renda.
Se assim for, talvez seja hora de
finalmente relembrar a experiência soviética e restaurar a função
educativa das escolas? E rever os princípios de ensino das humanidades
para que os alunos não apenas memorizem informações que lhes permitam
marcar um X ao lado da resposta correta, mas também aprendam a
distinguir o bem do mal por meio de exemplos literários e históricos.
A opinião do autor pode não coincidir com a posição do conselho editorial. ■