06/01/2026

Ora bem!

 vejamos!
 
Lê-se a notícia e dela fica-se a saber, se for verdade tudo o que ali está, que foi a mãe a detectar o problema.
 
O que é que se fica a saber também? O que na notícia não está. 
 
Que a Escola e os pares do autor, não sei se posso chamar par a ele, nada viram, nada ouviram e nada disseram.
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Esta imagem é encontrada normalmente naquelas chafaricas, onde os seus frequentadores tratam de assuntos confidenciais ou tidos como tal, mas que, muitas das vezes não passam de episódios de novela. É-lhes recomendado que nada vejam, nada oiçam e nada digam.
 
O pessoal escolar que nada viu, nada ouviu e nada disse, podem concorrer às vagas nos serviços de informações, porque reúnem todas as condições.
 
Quando esta gente se reconhece pelo andar, estou a referir-me ao suspeito, pelo falar, pelo vestir e ninguém viu nada, não ouviu nada e não disse nada, algo está podre no Reino da Dinamarca.
 
Eu sei que esta fauna, é uma espécie protegida e que têm uma língua muito porca, que a usam quando atacadas. É essa a reacção de qualquer bicha, ser raivosa na hora da verdade. 
 
Os restantes acobardam-se. Fazem bem, os vermes também não têm coluna vertebral.
 
O problema não é de hoje, é desde o momento em que a profissão passou a ser maioritariamente feminina. A agravá-lo, está a postura das mulheres, que na generalidade são aquilo a que se chama: "amigas das Bichas".  
 
Esta questão da protecção dos mais fracos é crucial, como refiro aqui nesta entrada:
 quando as sociedades não o conseguem, estão perdidas a prazo. 
 
Durante muito tempo cruzei-me com uma mãe e uma filha que era "atrasada mental" ignoro o termo correcto, olhando para ela via alguns traços de mongolismo, uma certa deformação para o lado da obesidade, óculos de lentes grossas, um sorriso, vivacidade e sempre perto da mãe fisicamente. Moravam aqui nas traseiras do que foi em tempos o quartel dos bombeiros voluntários, quer o quartel, quer o voluntariado foram-se e elas deixei de as ver.
 
Quando me cruzava com elas, tinha sempre o mesmo pensamento, que ainda hoje tenho: o que será desta infeliz, no dia em que a mãe morrer? Porque o mundo é o que é. É devasso, cheio de depravados e os mecanismos de protecção e defesa dos mais fracos não existem, a não ser nos discursos de Merda nas horas de pompa e circunstância.
 
Entretanto verdejam, pintam de verde tudo. Ficam de consciência tranquila com as dores do Planeta. Os seres humanos, esses ficam como o recruta no tempo em que a conscrição existia. O teu lugar é:  2 furos abaixo de cão, mas 3 acima de polícia.
 
Os fracos nem isso, já que o recruta terminada a instrução era mais um, um igual aos outros e como tal aceite na escala de antiguidade, que essa  sempre foi um posto. Os fracos continuarão fracos sempre.
  

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