No tempo do Estado-Novo usava-se a expressão: "preparemos-nos, ide!", era assim agia a Elite que era a guardiã da Situação.
Inúmeros são os caos de gente, que foi alguém no Portugal pós 25N, do tenente-coronel Cara de Pau (eanes), que seguiram esta recomendação.
Foram inúmeros os que passaram pela Reserva Naval, a título de exemplo cito só este, Diogo Freitas do Amaral
https://reservanaval.blogspot.com/2019/10/diogo-pinto-de-freitas-do-amaral-um.html
enquanto estava como jurista no Estado-Maior da Armada, ia dando as suas aulas na Faculdade de Direito de Lisboa.
Cheiro a pólvora? aquelas três ou quatro munições queimadas na carreira de tiro. Mais não, que faziam falta para a guerra dos outros. Nunca tivemos excesso delas.
Os nomes dos que, como ele fizeram parte do 11º CFORN - Curso de Formação de Oficiais da Reserva Naval, diz alguma coisa, sobre quem era quem.
Agora, Novembro passado, um papagaio que não irá morrer na linha da frente, já que não sendo russo, não irá cheirar pólvora, onde ela tem um cheiro mais intenso, recomenda que os filhos dos outros, já que os filhos da mulher dele, têm reservado o mesmo destino que tiveram Diogo Freitas do Amaral e Adelino Amaro da Costa, o 'preparemos-nos, ide!'.
"Perante os prefeitos da França, o chefe do Estado-Maior dos Exércitos, o General Fabien Mandon, fez uma análise intransigente sobre as ameaças que pesam sobre a França. Num contexto marcado pelo rearmamento da Rússia, que segundo ele se prepara para um "confronto até 2030", e pela mudança estratégica dos EUA para a Ásia, apela a um aumento nacional. [é de Novembro de 2025, o melhor ainda estava para vir da parte do Trump]
Ele exorta os funcionários eleitos e os cidadãos a recuperarem uma "força de alma" coletiva, essencial para dissuadir o inimigo, mesmo que eles tenham que "aceitar a perda de seus filhos" para proteger nossos valores. "
Nossos valores?
Tenho dúvida que os meus, sejam os dele. E tenho ainda mais dúvidas, que os russos queiram esta parte pobre da Eurásia.
O general decerto que não ignora que, depois dos russos terem marchado em Paris e terem deixado o 'bistrô', que hoje os franceses vendem a todo o mundo como seu, foram embora. Não da maneira que Napoleão teve que deixar Moscovo, derrotado e a fugir, mas pelo seu próprio pé como vencedores.
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