o dente.
Compro tâmaras da variedade 'Khidri', porque as encontro sempre que vou ao supermercado, é suposto serem da Arábia Saudita e chegaram aqui via Dubai.
Também já tenho visto por lá da variedade 'Medjool', só que, apesar de encherem mais o olho, o Diabo está sempre nos pormenores e quando viro a embalagem, leio que são de Israel.
Várias hipóteses se me põem, as terras onde as tamareiras estão, foram confiscada pela entidade ocupante da Palestina; o trabalho manual é realizado por palestinos, mas o dinheiro esse, vai para as contas 'offshore' dos sionistas ocupantes; assim não compro.
Mas neste Natal, a minha irmã ofereceu-me um pacote comprado aqui na Maria Granel com tâmaras 'Medjool'. Não sei de onde são e como tal, os meus 'princípios políticos' não se podem sentir violados.
São realmente boas, melhores do que a variedade 'Khidri', estas não estavam secas, apresentavam alguma humidade, uma untuosidade que na boca lembram uma manteiga adocicada sem ser enjoativa.
Morreram, como costumam morrer por aqui, depois de retirado o caroço, envoltas numa fatia de 'bacon' e 16 minutos no forno a 180ºC.
Cada caso é um caso e os valores são indicativos.
Acompanhadas por um arroz 'basmati' com uma mistura de caril ao estilo inglês, que não recomendo, já que gosto de um sabor mais intenso e esta não o tem. Como lição aprendida, tudo aquilo que diga estilo inglês, é de desconfiar na opinião do meu cunhado. Corroboro-a.
fotos: _morgado - under licence: Creative Commons Attribution 4.0 International (CC-BY-4.0)
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