uma parvoíce a que não podemos fugir, já que está por todo o lado à nossa volta.
foto: _morgado - under licence: Creative Commons Attribution 4.0 International (CC-BY-4.0)
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O presente, é já passado.
É uma corrida louca, sem freios, rumo ao abismo, onde todos nos iremos despedaçar, no final, garanto-vos que, não seremos a menina de olhos verdes do poema:
seremos como diz Florbela Espanca no poema 'Amar':
"... um dia hei de ser pó, cinza e nada ..."
Por isso, apliquem o último verso do poema nas vossas vidas, enquanto podem, depois será tarde:
"... Que me saiba perder... pra me encontrar..."
Um pensamento, um desejo, um voto, ... para esse momento fugaz, o da "passagem de ano", que ela seja sem fobias angustiantes com o trovejar dos foguetes. 🫣
Bom Ano! 🥂

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