Podemos?
Podemos tirar de onde não há?
Podemos!
A matemática tem as suas artimanhas para resolver problemas e este é um problema como outro qualquer. Se a matemática não for capaz, sê-lo-á o político que desde a jotinha sabe como multiplicar os pães e transformar as rosas nos ditos. Os espinhos, esses, serão debitados na dívida que o futuro nado-vivo terá presa ao tornozelo para o resto da sua vida.
Podemos também usar a sabedoria ancestral dos árabes e pormos o 18º camelo para resolver a divisão da herança.
"Um homem deixou 17 camelos como herança aos seus 3 filhos.
A divisão dos 17 camelos deveria ser feita da seguinte forma:
– o primeiro filho ficava com metade dos camelos,
– o segundo com um terço,
– e o terceiro com um nono dos camelos.
Os filhos procuraram negociar a divisão dos camelos, mas rapidamente perceberam que não era possível dividir 17 por 2, tal como não era dividir por 3 e nem sequer por 9. Desesperados por não conseguirem desfazer aquela confusão, resolveram pedir ajuda a um idoso da comunidade onde viviam.
Depois de apresentado o problema o velho pensou um pouco e acabou por lhes indicar que os poderia ajudar.
– Ofereço-vos o meu camelo. Assim, já ficam com 18, que dá para fazer a divisão que o vosso pai desejava.
E assim foi. Ao dividirem os 18 camelos, o primeiro filho ficou com 9 camelos, o segundo com 6 e, por fim, o terceiro com 2 camelos.
Feitas todas as divisões, ficou a sobrar um camelo. Pela generosa ajuda que o velho sábio lhes havia dado para resolverem o problema, os três irmãos decidiram oferecer o camelo de volta ao idoso.”
Esta questão do haver ou não haver, prende-se com a invasão desenfreada a que assistimos pela mão da esquerda, de espíritos liberais nos costumes e dos que, não se querem envolver em polémicas, viverem a sua vidinha cegos ao que os rodeia.
Sobre igualdade vêm-me sempre à memória Fernando Pessoa e o poema de Alberto Caeiro: Ontem o pregador de verdades dele.
Falou outra vez comigo.
Falou do sofrimento das classes que trabalham
(Não do das pessoas que sofrem, que é afinal quem sofre).
Falou da injustiça de uns terem dinheiro,
E de outros terem fome, que não sei se é fome de comer,
Ou se é só fome da sobremesa alheia.
Falou de tudo quanto pudesse fazê-lo zangar-se.
Que feliz deve ser quem pode pensar na infelicidade dos outros!
Que estúpido se não sabe que a infelicidade dos outros é deles.
E não se cura de fora,
Porque sofrer não é ter falta de tinta
Ou o caixote não ter aros de ferro!
Haver injustiça é como haver morte.
Eu nunca daria um passo para alterar
Aquilo a que chamam a injustiça do mundo.
Mil passos que desse para isso
Eram só mil passos.
Aceito a injustiça como aceito uma pedra não ser redonda,
E um sobreiro não ter nascido pinheiro ou carvalho.
Cortei a laranja em duas, e as duas partes não podiam ficar iguais.
Para qual fui injusto — eu, que as vou comer a ambas?
A igualdade é o pecado original da esquerda. De tanta igualdade por decreto, estamos a chegar agora, aonde outros já estão, as modas já não chegam à Estação Central de Lisboa, Rossio, vindas no Sud-Express de Paris, mas via ‘internet’, mas continuam a chegar com atraso.
Num jardim duas árvores da mesma espécie florescem em dias diferentes, não todas à mesma hora e no mesmo dia. Os filhos de um casal nascem todos diferentes. Igualdade é, e deve ser a aplicação de pena igual pelo mesmo crime, mas nem aqui tal se verifica. Uns servem de exemplo e são severamente castigados, outros acumulam atenuantes em cima de atenuantes e quando são presos, vão para cadeias especiais.
A tudo isto soma-se o artigo 8º da Constituição da República Portuguesa – Direito Internacional, o mesmo artigo que por exemplo russos eliminaram na última mexida na constituição deles e ao qual chamavam o artigo colonial, em referência aos tempos em que sob a presidência do bêbado Ieltsin os ocidentais punham e dispunham, é o problema, porque injecta na ordem jurídica tudo e mais alguma coisa, estando nós peados contra qualquer rejeição.
Votamos para um presidente da república sem poderes, o único poder real é o de dissolver a Assembleia da República. Pode parecer muito, mas não é nada.
Votamos para a AR da qual sairá depois um governo e não para um governo, como a propaganda nos quer fazer crer. Mas a AR e o Governo pouco ou nada mandam, já que o que importa, vem de Bruxelas e entra directamente no ordenamento jurídico português, por culpa daquele artigo 8º.
Assim vivemos um palhaçada mascarada em nome de um “vírus” de trazer por casa, porque quem pode, mandou e os outros obedeceram. A OMS da ONU financiada por Soros e Gates ordenou e aquele artigo 8º mandou cumprir.
A UNESCO elabora os “Princípios internacionais orientadores sobre educação em sexualidade”, que não sendo de implantação obrigatória, são-o na prática, pelo emaranhado de ligações, programas, subsídios, reconhecimentos, avales, … ao que se junta a falta de coluna vertebral e de testículos nos indígenas da Tugalândia.
Nestes princípios orientadores da UNESCO a palavra: “direitos” aparece 157 vezes referida; “obrigações” aparece 4 vezes; “deveres” 0 vezes referidas. Parece-me equilibrado.
As obrigações são para o Estado ou a sociedade, não para as tenras criancinhas que devem ser torcidas como o pepino desde pequeninas e que nas vésperas da maior idade, irão começar a ser pasto dos predadores que elaboraram estes princípios.
Pegada da esquerda:
Paz, habitação, SNS, desporto e cultura, escola pública e a cereja no topo da pirâmide de chocolate: direito a ser feliz. Trabalho? Isso não!
A defesa dos imigrantes que aqui chegam, é uma moda, é a moda do momento e ela há-de nos conduzir à nova sociedade, ao novo Portugal, que será uma província, um gau da União Soviética Europeia (USE). Tal como na URSS, ninguém elege os cupantes do poder europeu, elegem-se eles entre si. Bosta como chefe do governo nacional elegeu outros e foi escolhido depois por eles, para pau-mandado na presidência da USE.
O Professor Carvalho Rodrigues neste seu livro:
Um pequeno/a burocrata, erigido em Chefe/Director de uma pequena escolinha ufana-se como defensor, não dos portugueses que lhe pagam o salário com os seus impostos, mas de gente que aqui chegou, e que deveria estar em processo de adaptação a uma nova realidade, de que eles quiseram fazer parte.
Aos indígenas cabe pagar e não bufar. Se bufarem a esquerda gritará: Fascistas! Rascistas”! …!
Não precisa o chefinho/a de chamar o pai da síria, que foi assassinada na Holanda por aparecer no tik-tok sem véu, já cá temos o afegão que assassinou duas mulheres com 48 facadas nas instalações do Centro Ismaili em Lisboa.
Os procuradores pediram a inimputabilidade do afegão. Não sei quem é que é deveria ser considerado inimputável, se ele, que foi criado num sociedade que é o que é e que agiu de acordo com o que aprendeu na escolinha lá da terra (na madraça), se os procuradores que seguem as ordens de Soros & Cia: - migrantes über alles!
Condenado a 25 anos, mas calma, que se calhar com recursos ainda sai ao fim de 5 anos. O MP queria 3 anos de internamento, não de prisão.
Portugal pela caneta do SS, santos silva, ministro de um governo chucha, assinou em Marraquexe, Marrocos, o Pacto Global para a Migração Segura, Ordenada e Regular. Atente-se em, cada uma das palavras usadas e no seu significado prático. Entrou em Portugal pela porta do artigo 8º da CRP.
As duas infelizes mulheres deveriam ter seguido a carreira política, não trabalhavam e tinham a bófia a guardar-lhes as costas, poderiam agora sorrir como o morcão SS.
A ‘vox populi’ sempre disse: não sirvas a quem serviu. É sempre má sorte essa. Quando se dá o Poder a um pequeno verme, teremos em seguida um ditador sádico, que recusa qualquer contraditório. Veja-se a resposta dada aos pais portugueses, católicos ou não, a notícia não o diz, pela chefinha da escolinha.
Os Princípios internacionais orientadores sobre educação em sexualidade publicados pela UNESCO estão aqui para ‘download’(pode ser necessário rolar um pouco a página para ver a caixa com o diálogo para download).
1.1 Famílias
Objetivos de aprendizagem (5 a 8 anos)
Ideia-chave: Há muitos tipos diferentes de famílias
no mundo.
Os estudantes serão capazes de:
▶▶ descrever diversos tipos de família (ex.: família com pai e
mãe, ou apenas com mãe ou pai; família cujo responsável
é menor de idade, ou não tem laços de sangue; família
estendida; família nuclear; e famílias não tradicionais
(conhecimento);
▶▶ expressar respeito por diversos tipos de família (atitude);
▶▶ demonstrar formas de manifestação de respeito pelos
diversos tipos de família (habilidade).
1.2 Amizade, amor e relacionamentos amorosos
Objetivos de aprendizagem (5 a 8 anos)
Ideia-chave: Há diversos tipos de amizades.
Os estudantes serão capazes de:
▶▶ definir o que é um amigo (conhecimento);
▶▶ valorizar amizades (atitude);
▶▶ reconhecer que o gênero, a deficiência ou a saúde de
uma pessoa não é um empecilho para se tornar amigo
(atitude);
▶▶ desenvolver uma diversidade de amizades (habilidade).

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