como explicou o pequeno engenheiro antónio guterres, quando tropeçou com o cálculo da percentagem
Não há dinheiro para gastar no SNS, nem na educação, nem em …, nem …
É verdade?
Vivemos acima das nossas possibilidades?
Vivemos endividados. Uma criança que hoje nasça em Portugal, em vez de receber um par de brincos de oiro (hoje o que resta da agenda ‘woke’ promovida pela esquerda ‘dos valores putrefactos’ não distingue entre sexos, todos os sexos são iguais para ela) recebe uma colossal dívida, para a qual em nada contribuiu.
É a sua herança logo à nascença.
Aqui diz-se que já foram dados à Ucrânia, para o Zé Cocaína ter os apartamentos que tem e nos países que tem. Ele que de habilidades conhecidas para fazer dinheiro, até ser eleito presidente, eram estas:
tocar piano com o pénis. 150 000 000 000€ dados pela UE, na qual nós estamos inseridos, para mal dos nossos pecados.
A UE tem uma população de estimada em 450 000 000 de habitantes, tem mais, mas esses que diariamente aqui chegam trazidos por redes mafiosas da nebulosa do Soros, não contam como contribuintes, são parasitas do sistema que aqui temos, sistema moldado mais uma vez, tenho que dizer, pela Esquerda. Esquerda que acha que se pode tirar, de onde não há.
Assim cortando 7 zeros e dividindo 15 000 por 45, temos 333,333...€ por cabeça.
Eu, tu, eles, elas, nós, vós, perdemos este valor.
O pequeno ‘gauleiter’ que se senta em São Bento, o de Lisboa, dirá que temos que viver dentro das nossas possibilidades.
Fazer política é tomar decisões, assim eles decidem que devem ajudar um bando de nazis ucranianos e que não devem ajudar portugueses nascidos em Portugal e se eles estiveram mal, que se mudem, já o Cuelho lhes disse nos tempos em que a Troika aqui andava a por ordem na casa.
Viu-se a ordem que eles impuseram. Partes da população foram centrifugados para a periferia porque o capital vinha aí instalar hotéis, hosteis, pousadas, albergarias, albergues... e depois há quem se admire que parte dos que votam, tenham votado contra o Sistema instalado e sustentado umas vezes com o voto, outras com o olhar para o lado, a que eles chamam abstenção.
Não elegemos o presidente da UE, antónio Bosta, que está desaparecido em combate. Alguém houve falar dele?
Talvez disto tenham ouvido falar.
Não elegemos a Ursa von Liar, mas gente da laia dela, pensa em fazer isto.
Belo futuro nos espera.
Quando forem votar, votem como é vosso hábito, votem da mesma maneira, esperando que o resultado seja diferente.
Einstein estava enganado e cabe a vós todos prová-lo.
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Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes. — Albert Einstein.
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