A necessidade de me dirigir a uma loja da operadora que me fornece o serviço telefónico, levou-me ao centro comercial aqui da terriola.
Como uma vez não faz a tradição, decidi ir um pouco antes da hora de almoço e almoçar por lá. Assim foi feito.
O dinheiro corre a rodos. As mesas estavam todas ocupadas.
A comida é ‘junk food, acabei por pagar 13,20€, sem sobremesa, sem café, sem meia Adega-Velha para ponto de exclamação, sem sossego à minha volta, sem vista enquanto comia. Tudo o que faltou ali, tinha, se tivesse optado por ir almoçar ao hotel na colina e pagava 25€.
Mas trouxe assunto para este desabafo.
Começa com a aplicação dos ensinamentos do russo Ivan Petrovich Pavlov.
Aos candidatos a mastigarem uma “francesinha” (salvo seja!), um prego, um bife, que peixe não puxa carroça, era-lhes entregue um disco, que piscava e apitava quando o prato pedido, estava pronto a recolher no balcão.
Foi um corrupio de esfomeados a salivarem e um concerto de ‘beeps’.
Enquanto vou observando esta ópera-bufa, dou comigo a pensar, que se calhar, deveríamos tornar obrigatório o uso do vestuário usado pelas muçulmanas, não indo por enquanto ao uso do ‘hijab’, do ‘niqab’ ou da ‘burka’, mas se calhar, lá mais para a frente, não sei.
O dinheiro corre a rodos. As mesas estavam todas ocupadas.
A comida é ‘junk food, acabei por pagar 13,20€, sem sobremesa, sem café, sem meia Adega-Velha para ponto de exclamação, sem sossego à minha volta, sem vista enquanto comia. Tudo o que faltou ali, tinha, se tivesse optado por ir almoçar ao hotel na colina e pagava 25€.
Mas trouxe assunto para este desabafo.
Começa com a aplicação dos ensinamentos do russo Ivan Petrovich Pavlov.
Aos candidatos a mastigarem uma “francesinha” (salvo seja!), um prego, um bife, que peixe não puxa carroça, era-lhes entregue um disco, que piscava e apitava quando o prato pedido, estava pronto a recolher no balcão.
Foi um corrupio de esfomeados a salivarem e um concerto de ‘beeps’.
Enquanto vou observando esta ópera-bufa, dou comigo a pensar, que se calhar, deveríamos tornar obrigatório o uso do vestuário usado pelas muçulmanas, não indo por enquanto ao uso do ‘hijab’, do ‘niqab’ ou da ‘burka’, mas se calhar, lá mais para a frente, não sei.
Assisti a um desfile de gajas todas cheias de autocolantes.
Eu quando a oportunidade se me apresenta, vou a manifestações que tenham automóveis de corrida. Assim espero a 4 e 5 de Outubro estar no autódromo do Estoril, para mais um Estoril Classics, promovido pela Peter Auto, um desfile de veículos históricos e com história.
Só que estas gajas que vi, nem históricas, nem com história e as curvas deixam a desejar, em comparação com as linhas desenhadas por estilistas de carroçarias.
Ao menos os autocolantes à Ferodo, à Dunlop, à Cibié, à Gulf, à Pirelli, … fazem sentido nos carros.
Que sentido têm os garatujos em tudo o que é carne em exposição? não duvido que na pouca que está tapada hajam mais.
O objectivo é serem únicas?
Apetitosas?
É mesmo?
“A auto-mutilação é definida como qualquer comportamento, intencional, envolvendo agressão directa ao próprio corpo, sem intenção suicida e por razões não socialmente ou culturalmente compreendidas. Esta definição exclui tatuagens, perfurações e danos não-intencionais ao próprio corpo. “
Pode ser, mas para mim as exclusões, estão incluídas.
Entendo que os membros da Yakuza se mutilem e tatuem, são sinais de pertença a uma seita, a uma máfia.
Entendo que os que foram nas levas para África no século passado, defenderem o Portugal de Minho a Timor, tatuassem um data, um coração, um nome, a indicação da pertença a uma força-especial, a uma especialidade militar. Quando os vejo e cada dia são menos, sei quem são, por onde passaram e o que passaram com 21, 22, 23 anos. Alguns são sobreviventes de cenas macabras, numa idade em que deveriam estar a namorar com alguém e não a brincar com a Morte, são sinais com significado.
Que sentido têm os garatujos em tudo o que é carne em exposição? não duvido que na pouca que está tapada hajam mais.
O objectivo é serem únicas?
Apetitosas?
É mesmo?
“A auto-mutilação é definida como qualquer comportamento, intencional, envolvendo agressão directa ao próprio corpo, sem intenção suicida e por razões não socialmente ou culturalmente compreendidas. Esta definição exclui tatuagens, perfurações e danos não-intencionais ao próprio corpo. “
Pode ser, mas para mim as exclusões, estão incluídas.
Entendo que os membros da Yakuza se mutilem e tatuem, são sinais de pertença a uma seita, a uma máfia.
Entendo que os que foram nas levas para África no século passado, defenderem o Portugal de Minho a Timor, tatuassem um data, um coração, um nome, a indicação da pertença a uma força-especial, a uma especialidade militar. Quando os vejo e cada dia são menos, sei quem são, por onde passaram e o que passaram com 21, 22, 23 anos. Alguns são sobreviventes de cenas macabras, numa idade em que deveriam estar a namorar com alguém e não a brincar com a Morte, são sinais com significado.
Por isso nada de extremismos. Por agora pode ser assim:
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