mamam dois, ou três, ... é esta a legenda ostentada por qualquer político que se preze.
Não é o caso. É um caso de estudo, mas não sei se há muito para estudar. Somos todos animais, nem mais nem menos uns que outros. Criados por um deus ou por vários, mas sem grandes diferenças no essencial, medos, desejo de dominar, posse de território, seja por marcas artificiais ou mijadelas aqui e ali, sexo, ...
Aqui é um caso de maternidade. Não é uma fêmea que sofreu de perturbação pós-parto, é pela certa uma fêmea que deve ter olhado para o pequenote e terá pensado, não me lembro, mas se está aqui, é porque é meu.
É um pouco diferente daquele fulano que estava na bicha do supermercado e é cumprimentado por uma fulana que lhe diz: - olá! como está? o senhor é pai de uma das minhas criancinhas, ...
E ele lá vai pensando. - eu? não me lembro. Será que numa daquelas bebedeiras, me embrulhei ... não me recordo.
Perante a hesitação e embaraço dele, a fulana lá lhe diz: - eu sou a professora do seu filho.
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