Pergunte-se à IA que nos fale sobre o fado Gaivota que muitos e muitas cantam, mas que se associa indelevelmente a Amália.
À simples pergunta " fado gaivota" seguida de 'enter' a IA do 'browser' Brave reponde:
Início da transcrição.
" A canção "Gaivota" é um dos grandes clássicos do fado português, composta com letra de Alexandre O'Neill [quem terá sido o aborto que pariu a estátua? ] e música de Alain Oulman, tornando-se especialmente emblemática pela interpretação de Amália Rodrigues.
A música constrói uma narrativa de amor idealizado e perda, onde o coração só se sente completo nas mãos do ser amado, mas permanece vulnerável à separação.
A gaivota é usada como metáfora para o desejo de liberdade e a frustração diante de limites intransponíveis, com o verso "É uma asa que não voa / Esmorece e cai no mar" expressando claramente essa sensação de impotência.
O céu de Lisboa e o mar aparecem como cenários que reforçam a saudade e o anseio por algo maior, temas centrais tanto no fado quanto na poesia de Alexandre O'Neill, autor da letra.
A canção também destaca o desejo de alcançar uma perspectiva elevada sobre a cidade, simbolizando uma visão "de Deus" que permite olhar para baixo sobre Lisboa, um tema recorrente em fados associados a Alfama.
A imagem da gaivota tornou-se, ao longo do tempo, um metónimo [ a IA está cheia de léria ] para Lisboa em si, especialmente por meio da expressão "trazer-me o céu de Lisboa".
Amália Rodrigues, ao interpretar "Gaivota", ajudou a renovar o fado ao unir poesia sofisticada e emoção intensa, tornando a canção um símbolo de saudade e busca por sentido.
A canção foi gravada por diversos artistas ao longo das décadas, incluindo Carlos do Carmo, Paulo de Carvalho, Lula Pena, Cristina Branco e Hoje, cada um com sua interpretação única, o que demonstra sua influência duradoura e sua capacidade de transcender géneros.
Em 2009, o projecto Hoje lançou um álbum com "Gaivota" como foco, afirmando que "Amália é mais do que fado – Amália é pop", destacando a universalidade da obra.
Resposta gerada por AI. Por favor verifique os fatos críticos."
Fim de transcrição.
Realce, links e comentário entre parêntesis rectos, meus.
Digam lá se a coisa não tem pernas para andar. Se até os juízes e outra malandragem a usam nos seus TPC, do que é que estão à espera?
https://www.escritas.org/pt/t/1966/gaivota
Gaivota
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração
morreria no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.
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