Voto, é presencial e em papel, ponto final.
Por isso sou liminarmente contra estas coisas:
Sempre o Povo disse que: quem está de fora, racha lenha.
Podiam ter aprendido alguma coisa com o voto pelo correio, que a esquerda americana praticou com os resultados conhecidos na eleição de Joe 'Senil' Biden e também com o uso das máquinas de voto electrónicas e as suas chapeladas.
Mas querem lá saber os de puta dos, querem é saber de lugares, viagens, subsídios. De palhaçada em palhaçada lá vamos cantando e rindo, levados, levados, ... AOS deveria ter-se lembrado disto, escusava assim de transmutar as abstenções em aprovações aquando do plebiscito que aprovou a CRP de 1933.
Diz o Professor Adelino Maltez:
"A nova lei fundamental é aprovada em plebiscito nacional, no dia 19 de Março, [este link é meu] onde as abstenções, 487 364, contam como votos a favor, havendo 719 364 votos expressos no sim e 5 955 rejeições expressas".
Salazar e os seus não apagaram os votos contra (rejeições), coisa que a esquerda por cá faria se pudesse, com os votos no partido Chega.
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