“Os legisladores russos votaram na quarta-feira [Dezembro de 2024] para proibir crianças migrantes de frequentar a escola, a menos que sejam aprovadas num exame de proficiência na língua russa.
A Câmara Baixa, a Duma Estatal, aprovou o projecto de lei por 409 votos a 1.
“Antes de matricular as crianças na escola, haverá verificações obrigatórias de seu status legal na Rússia e de sua proficiência na língua russa”, disse o presidente da Duma, Vyacheslav Volodin.
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A proibição mais recente ocorre em meio a um renovado sentimento anti-imigrante após o ataque mortal à sala de concertos de Moscovo em Março [22 Março 2024], que foi reivindicado pelo Estado Islâmico e supostamente realizado por cidadãos do Tajiquistão.
…”
Entretanto o “supostamente realizado por” já está em julgamento. Comparado com os casos S&S (sócrates e salgado) vão em excesso de velocidade.
Comentário da Human Right Watch (HRW):
“… O requisito de proficiência linguística fornece um pretexto para a prática preexistente de escolas em toda a Rússia, recusando arbitrariamente a admissão a crianças migrantes. Isso cria uma barreira sistémica ao direito das crianças à educação, violando as obrigações de direitos humanos da Rússia em relação à educação e à não discriminação. …”
0 que é que as carpideiras de serviço na HRW, disseram aquando do ataque à casa de espectáculos Crocus?
Buscando no site, não se encontra uma denúncia do atentado, que resultou em 149 mortos e 609 feridos, os números são da insuspeita Wikipedia controlada pelos (…... e pela … ). A falta de condenação compreende-se, se tivermos em conta o termo ‘untermensch’.
Por cá?
Por cá, vamos como de costume. Não vamos. Em vez de criarem um ano propedêutico para os pára-quedisas que aqui aterram às catadupas, nada que não tenha sido feito para travar o acesso ao ensino superior no pós 25A, vamos deitando mais “sistema” no sistema. Umas vezes criam-se lugares para “psicólogos”, que nunca mais poderão ser extintos e que terão que sinalizar casos, que justifiquem a existência da sinecura, outras vezes “animadores culturais”, “animadores socio-culturais”, “mediadores linguísticos”, “mediadores culturais” e o mais que estas alimárias doutoradas possam bolçar.
Já neste mês, Agosto 2025, foi publicado na Rússia um modelo de uniforme para uso nas escolas. Claro que houve criticas, não ao uso do uniforme único para todas as escolas, mas ao desenho, às cores, …
Por cá?
Por cá, acho que as “escolas inclusivas” são as escolas privadas, que neste campo usam uniformes escolares. Os pais agradecem, porque deixam de ter que pagar a corrida “à moda”.
No público?
Reina a democracia. Estou para ver se os “pais” dos putativos ronaldos, não irão tirar satisfações à escola, por o fedelho não poder juntar o télélé, ao corte de cabelo, ao brinco, ao ‘piercing’ e a alguma tatuagem, que tal como a mãe e o pai já usa.
Os chineses dizem que: “os actos falam mais alto que as palavras”. Uns dizem e escrevem em qualquer papel que são inclusivos, outros praticam a inclusividade.
No contexto militar os americanos usam a expressão “tooth-to-tail ratio”. Seria interessante saber em quanto é que vai a relação ‘tooth’ (professores) para ‘tail’ (os rabos – animadores, mediadores, apoio, secretariado, …).
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